O parlamentar, que já foi ministro dos Transportes do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, defendeu que cada pessoa envolvida nos atos antidemocráticos seja responsabilizada de acordo com a gravidade de suas práticas.
Deputado Antônio Carlos Rodrigues e pastor Silas Malafaia. Foto: Montagem/Reprodução
O pastor Silas Malafaia pediu que o PL expulse o deputado Antônio Carlos Rodrigues, único congressista do partido que não assinou o requerimento de urgência do projeto de lei da anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de janeiro.
“Até o tolo, quando se cala passa por sábio. Perdeu uma oportunidade de ouro de ficar calado e não vomitar asneiras. Quer dizer que Bolsonaro quis dar golpe? Que donas de casa, idosos, faxineira, sorveteiro, pipoqueiro, trabalhador, quiseram dar golpe sem arma na mão? Isso é uma farsa de perseguição política do seu amiguinho Alexandre de Moraes. Você tinha que ser expulso do PL”, disse Malafaia.
O deputado não se intimidou e, na tribuna da Câmara, afirmou que não vai ceder às pressões e acentuou que o parlamento deve se abster de ser "julgador" para preservar o equilíbrio entre os Poderes.
"Tenho seis mandatos e não me guio por pressões, circunstâncias ou apelos de ocasião, que são irrestritos e acelerados pelo legislativo, sem diálogo efetivo com o Judiciário. Isso compromete o equilíbrio entre os Poderes. O parlamento não pode assumir o papel de julgador sob a pena de suprimir a atuação do Poder Judiciário", declarou Rodrigues.
O congressista também sugeriu que o pastor Silas Malafaia perdeu capital político ao não conseguir eleger o seu candidato a vereador no Rio de Janeiro.
"Lamento que, no momento em que o país clama por seriedade e equilíbrio, ele opta por adotar um discurso que contribui com o acirramento dos ânimos. Caso deseje participar ativamente do debate político e confrontar parlamentares, sugiro que fale dentro das regras democráticas, colocando seu nome à disposição da população por meio de processo eleitoral, pleiteando assim uma cadeira. Não elegeu nem o teu vereador na capital", disparou o parlamentar.
Rodrigues, que já foi ministro dos Transportes do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), defendeu que cada pessoa envolvida nos atos antidemocráticos seja responsabilizada de acordo com a gravidade de suas práticas.
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A eleição presidencial é decidida em segundo turno quando nenhum candidato obtém mais da metade dos votos válidos no primeiro turno.
O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
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