A fala do líder religioso acontece em meio às ações de Lula e do seu partido para "taxar os super-ricos", uma campanha que tem ganhado força na esquerda e em parcela da sociedade.
Silas Malafaia e Lula Fotos: Reprodução/ Redes Sociais
O pastor Silas Malafaia, um dos principais defensores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e contrário ao governo do presidente Lula, afirmou que o mandatário e o PT “têm como pai o diabo” e que estão agindo para “enganar pobres e pessoas de um menor nível de cultura”.
A fala do líder religioso acontece em meio às ações de Lula e do seu partido para “taxar os super-ricos”, uma campanha que tem ganhado força na esquerda e em parcela da sociedade.
“Eu tenho certeza que Lula e o PT tem como pai o Diabo. Como diz a Bíblia em João 8,44, que o Diabo é o pai da mentira. Essa gente tem um espírito de engano, principalmente para enganar pobres e pessoas de um menor nível cultural”, disse Malafaia.
“Lula levanta uma placa na Bahia: ‘taxação dos super-ricos’ e, combinado com o PT, é lógico, o PT lança uma campanha nas redes sociais taxação BBB, bilionários, bancos e bets. Então eu vou provar aqui que Lula é contra os pobres. Isso é falácia, é marketing pra enganar a sociedade brasileira e desviar a atenção do desgoverno deles”, complementa o pastor.
Para Silas Malafaia, com o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Lula também atinge os pobres.
“Pobre tem cartão de crédito? Tem. Quando comprar, vai ficar mais caro. Pobre pega dinheiro emprestado em banco? Pega. Vai ficar mais caro. Pobre compra geladeira, fogão, máquina de lavar, televisão, móveis financiados nas lojas? Pega. Vai pagar mais caro. Por algum acaso esses produtos são produtos de super rico? Isso é falácia, gente”, destacou.
Confira o vídeo:
O decreto elaborado pelo Ministério da Fazenda aumentava o IOF para operações de crédito, de seguros e de câmbio, com o objetivo de reforçar as receitas do governo e atender às metas do arcabouço fiscal. A maioria dos parlamentares, entretanto, não concordou com a elevação das alíquotas e tem cobrado o corte de despesas primárias.
O governo alegou que o aumento do IOF é necessário para evitar mais cortes em políticas sociais e maiores contingenciamentos que podem afetar o funcionamento da máquina pública. Além disso, segundo o Ministério da Fazenda, as regras do decreto corrigiam injustiças tributárias de setores que não pagam imposto sobre a renda.
“Você sabe qual foi a proposta que eu fiz? É que a gente possa cortar 10% linear em todos os benefícios fiscais. Você sabe quanto que tem de isenção e desoneração nesse país? Sabe quanto que se deixa de pagar imposto nesse país? R$ 860 bilhões. Se você tirar 10% linear, o cara que tem 100% vai ficar com 90%. Ele vai continuar rico. Vai continuar tendo benefício. E você não precisa cortar dinheiro da educação ou da saúde”, argumentou Lula.
Entre as medidas propostas pelo governo no decreto estão o aumento da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) tanto das apostas eletrônicas, as chamadas bets, de 12% para 18%; quanto das fintechs, de 9% para 15%, igualando aos bancos tradicionais. Também há a previsão da taxação das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), títulos que atualmente são isentos de Imposto de Renda.
Antes mesmo da derrubada do decreto, o governo editou, no início de junho, uma medida provisória (MP) com aumento de tributos para bets (empresas de apostas) e para investimentos isentos. A ideia da MP era atender uma pressão do próprio Congresso. A medida provisória também prevê o corte de R$ 4,28 bilhões em gastos obrigatórios neste ano. Em troca, o governo desidratou o decreto do IOF, mas o decreto foi derrubado pelo Congresso da mesma forma.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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