Senador Cleitinho pede desculpas por tirar foto com Virgínia Fonseca. (Foto: Reprodução/TV Senado)
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) voltou a afirmar que se arrepende de ter pedido uma foto com a influenciadora Virgínia Fonseca durante a CPI das Bets, realizada no Senado Federal no ano passado.
A declaração foi feita durante uma sessão do Congresso, quando o parlamentar exibiu a imagem ao comentar o episódio.
"Isso aqui foi um erro que eu tive durante meu processo de senador, [...] eu pedi afobado, foi um erro, fui idiota, de pedir uma foto aqui para minha filha da influenciadora Virgínia", declarou.
Ao relembrar o caso, o senador voltou a pedir desculpas pela atitude e defendeu medidas mais rígidas em relação às apostas esportivas.
"Estou mostrando novamente para vocês aqui, esse foi um erro meu, peço perdão novamente. (...) A gente precisa dar um fim nessa questão das bets", completou Cleitinho, que é apontado como possível candidato do Republicanos ao governo de Minas Gerais.
O episódio ocorreu durante a participação de Virgínia Fonseca na CPI das Bets e gerou ampla repercussão nas redes sociais. Na época, o senador já havia gravado um vídeo reconhecendo o erro e manifestando arrependimento pela iniciativa.
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apresentou na quarta-feira, 8 de julho, uma ação cível pública, em caráter de urgência, contra a influenciadora Virginia Fonseca e plataforma de apostas Blaze por publicidade enganosa e abusiva, assim como outras práticas lesivas aos apostadores.
O órgão pede à Justiça que imponha indenização de R$ 120 milhões por danos morais coletivos a ser revertida em programas sociais que tratam de vícios em apostas.
O processo movido pelo promotor Paulo Roberto Binicheski aponta indícios de práticas abusivas, retenção sistemática de valores dos apostadores e imposição de metas de apostas aparentemente inatingíveis aos influenciadores parceiros.
A investigação preliminar conduzida pelo MPDFT partiu de um relatório técnico que identificou mais de 42 mil reclamações contra a Blaze. O Estadão tenta contato com as defesas dos acusados.
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O militar desapareceu na madrugada do sábado (17), levando um fuzil e 20 munições.
A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
O texto prevê o fim do modelo de seis dias de trabalho para um de descanso e estabelece a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial.
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