Senadores do PT. Foto: Alessandro Dantas/ PT
A bancada do PT no Senado Federal não assinou o pedido de abertura da CPI que vai investigar o crime organizado. A abertura da comissão foi anunciada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre, após a operação no Rio de Janeiro que deixou 119 pessoas mortas, sendo quatro policiais.
O requerimento recebeu 31 assinaturas, número superior ao mínimo exigido, sem o apoio de:
Por meio de suas redes sociais, Davi lembrou que a CPI vai apurar a estruturação, a expansão e o funcionamento do crime organizado, com foco na atuação de milícias e facções.
Na visão do presidente, “é hora de enfrentar esses grupos criminosos com a união de todas as instituições do Estado brasileiro, assegurando a proteção da população diante da violência que ameaça o país”.
Teresa Leitão afirmou que a operação policial no Rio de Janeiro, que ela classificou como a mais letal da história, mostra a necessidade de aprovação urgente da PEC da Segurança.
Pelo X (antigo Twitter), a senadora registrou que “trabalhadoras e trabalhadores moram nas favelas e vivem aterrorizados com o crime organizado e a atuação das milícias”. Na opinião da senadora, “garantir a vida e a segurança deve ser interesse de todos. A morte e o terror jamais devem ser banalizados”.
Humberto Costa também foi a X para dizer que a população do Rio não pode ser refém de um terror que se disfarça de "combate ao crime".
De acordo com o senador, “enquanto a segurança colapsa, o governo estadual se esconde em discursos políticos, falhando mais uma vez com quem mais precisa de proteção”.
10:55, 05 Out
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Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Para que a proibição permaneça em vigor, o texto deverá passar por uma comissão mista, formada por deputados e senadores, e posteriormente ser votado nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Ainda durante a sabatina, o candidato citou a conquista de mais de R$ 12 milhões para viabilizar o Hospital do Câncer do Araripe, reforçando sua defesa de uma saúde pública descentralizada.
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