A ex-primeira dama de Tamandaré estava responsável por cuidar da criança enquanto a mãe, Mirtes Santana, passeava com a cadela da família.
17 de junho de 2023 às 09:40
Condenada pela morte do menino Miguel, que morreu ao cair do 9º andar de um prédio de luxo no Centro do Recife, Sari Corte Real foi aprovada no vestibular de medicina de uma faculdade particular. A ex-primeira-dama de Tamandaré foi condenada por abandono de incapaz que resultou em morte e responde ao processo em liberdade. O nome de Sari Corte Real consta na primeira chamada do processo seletivo, que foi feito por meio de uma prova online na Faculdade Tiradentes. A universidade em que ela pretende estudar fica em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. Ela foi aprovada em 28º lugar, com nota de 70,8. Sari Corte Real, que estava responsável por cuidar da criança enquanto a mãe, Mirtes Santana, passeava com a cadela da família. Leia mais: >>> Justiça nega pedido de prisão para Sarí Corte Real, condenada pela morte do menino Miguel que caiu de prédio no Recife O processo está em segredo de justiça. Sari foi condenada a 8 anos e 6 meses de prisão, mas aguarda recurso, em liberdade, até o caso transitar em julgado. A mãe de Miguel também entrou com recurso, pedindo a ampliação da pena. O advogado que defende Sari informou que o processo "segue aguardando julgamento da apelação pelo Tribunal de Justiça" e que "não existe nenhum impedimento legal para que ela estude, trabalhe ou exerça qualquer atividade da vida cotidiana, como qualquer outra pessoa. É uma questão pessoal, sem relação com o processo e, consequentemente, sem relevância jurídica". Nas redes sociais, a mãe de Miguel expressou indignação pela aprovação.
"Sinceramente acho que Sari Corte Real está fazendo isso de caso pensado, pois, se presa, pode ser separada e ter regalias na prisão com diploma de curso superior, para garantir a proteção da integridade física. [...] A vida de Miguel foi brutalmente interrompida por negligência e abandono, e agora essa mesma pessoa pretende se dedicar à saúde e ao bem-estar dos outros? Imaginar que essa pessoa, responsável pela morte do meu filho, possa estar diante de outras vidas, fazendo escolhas por elas", afirmou Mirtes.Da redação do Portal com informações do G1
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