Presidente da Alerj Rodrigo Bacellar. Foto: Tiago Lontra / Alerj
Na manhã desta quarta-feira, 3 de dezembro, a Polícia Federal deflagrou a operação Unha e Carne para combater a atuação de agentes públicos envolvidos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun.
Na ação de hoje, a PF cumpre um mandado de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão, além de um mandado de intimação para cumprimento de medidas cautelares diversas da prisão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Um dos alvos da operação é o deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), que também é presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
De acordo com informações divulgadas pela Polícia Federal, Bacellar é suspeito de ter vazado informações sigilosas da Operação Zargun, deflagrada em setembro, na qual TH Joias (MDB), então deputado estadual, foi preso.
A ação se insere no contexto da decisão do Supremo Tribunal Federal no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.
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O posicionamento foi anunciado pelo pastor Francisco Tércio, presidente da denominação, em um vídeo nas redes sociais.
Com isso, o Tribunal de Justiça do Rio (RJ-RJ) vai oficializar, em breve, a queda da liminar que havia concedido à atleta trans para que ela pudesse atuar.
De acordo com a CBTU, a iniciativa atende à Resolução nº 23.759/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determina a oferta gratuita de transporte coletivo urbano.
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