Pré candidato do MBL, Renan Santos. Foto: Divulgação
Nesta terça-feira, 19 de maio, a pesquisa Atlas/Bloomberg revelou um recorte que chama atenção na corrida presidencial de 2026. O levantamento apontou que o pré-candidato Renan Santos, do Partido Missão, lidera as intenções de voto no cenário de primeiro turno entre jovens de 16 a 24 anos.
Entre os entrevistados dessa faixa etária, o líder do Movimento Brasil Livre (MBL) alcançou 36,1% das intenções de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu na segunda posição com 28,2%. O resultado mostra uma diferença considerável entre os dois primeiros colocados nesse grupo específico de eleitores.
O levantamento também mediu o desempenho de outros nomes citados no cenário estimulado. O senador Flávio Bolsonaro (PL) registrou 24,5% das intenções de voto entre os jovens. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) apareceu com 5,3%. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) obteve 0,5% e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC) marcou 0,3%. O escritor Augusto Cury (Avante) não pontuou entre os entrevistados dessa faixa etária.
O estudo ainda identificou que 0,3% dos jovens declararam intenção de votar em branco ou nulo. Outros 4,7% afirmaram que ainda não sabem em quem votar. Esses números mostram que uma parcela desse eleitorado permanece indecisa, mesmo diante da apresentação dos nomes testados na pesquisa.
O estudo ouviu 5.032 pessoas entre os dias 13 e 18 de maio, utilizou recrutamento digital aleatório, aplicou margem de erro de um ponto percentual e registrou nível de confiança de 95%. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou o levantamento sob o número BR-06939/2026.
A divulgação desse recorte amplia a compreensão sobre o comportamento do eleitorado jovem no Brasil. O levantamento oferece um retrato desse grupo dentro do cenário de primeiro turno, sem projetar tendências futuras, mas apresentando o posicionamento declarado no momento da coleta dos dados.
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O órgão pede ainda o pagamento de R$ 50 milhões por danos morais coletivos. A empresa tem até 24 horas, a partir da notificação, para remover 14 conteúdos identificados pelo MPT.
Perante o Plenário, AGU sustentou que o diagnóstico, por si só, não justifica o afastamento definitivo do serviço militar.
A solenidade está prevista para 18 de dezembro, após o término dos prazos legais para o processamento dos resultados e eventuais contestações.
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