Se eleito, o candidato promete que terá a vereadora de São Paulo Amanda Vettorazzo (União) como secretária-geral da Presidência e o deputado federal Kim Kataguiri à frente de um "super ministério".
14 de setembro de 2026 às 09:45 - Atualizado às 09:55
O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Fotos: PR/Ricardo Stuckert , Reprodução e Charles Vieira/Divulgação Campanha Flávio Bolsonaro
O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) não se comprometeu a apoiar nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno entre os dois. "Eu vou me apoiar, porque eu estarei no segundo turno", declarou, ao ser perguntado sobre o tema durante o programa Domingo Espetacular, da Record.
Santos disse que, se eleito, terá a vereadora de São Paulo Amanda Vettorazzo (União) como secretária-geral da Presidência e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) à frente de um "super ministério" encarregado de fazer reformas do Estado.
Na entrevista, Santos disse que vai tirar o benefício social do Bolsa Família das pessoas que estão aptas a trabalhar. A medida será implementada em partes, segundo o candidato. No primeiro estágio, haverá a manutenção e a ampliação do benefício para mães sem condições de trabalhar ou residentes em regiões sem atividade econômica.
Na segunda fase, Santos promoverá a criação de frentes de trabalho comunitário (como infraestrutura e manutenção urbana) voltadas a beneficiários jovens sem filhos, aptos ao trabalho, para garantir salário, alimentação e transporte. "Ao chamar essas pessoas, elas voltam a trabalhar e recuperar a dignidade "
Na terceira parte do plano, o governo fará um cadastro obrigatório em banco de dados de empregos, com perda do benefício em caso de recusa de três ofertas de trabalho consecutivas.
Santos sugeriu ainda a adoção do pagamento aos empregados por hora trabalhada, com horários flexíveis, limites máximos de jornada semanal e períodos mínimos de descanso. "Assim, você tem flexibilidade para montar a escala de trabalho. Quem quer trabalhar mais, trabalha mais. Quem quer trabalhar menos, trabalha menos", exemplificou.
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