João Campos e Victor Marques, ex prefeito e atual prefeito do Recife. Foto: Edson Holanda/PCR
Recife passou a ocupar a 23ª colocação entre as 27 capitais brasileiras no Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira, 20 de maio. O resultado coloca a capital pernambucana como a quinta pior do país em qualidade de vida, à frente apenas de Salvador, Macapá, Porto Velho e Rio Branco.
O IPS Brasil avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios do país. O estudo utiliza indicadores sociais e ambientais e não considera dados econômicos, como o Produto Interno Bruto (PIB). O índice reúne 57 indicadores e organiza a análise em "Necessidades Humanas Básicas"," Fundamentos do Bem-estar" e "Oportunidades".
A posição de Recife no ranking chama atenção porque reflete dificuldades que a população enfrenta no dia a dia. O estudo observa aspectos que impactam diretamente a rotina das pessoas, como acesso a serviços essenciais, condições de moradia, segurança, educação, saúde e oportunidades de desenvolvimento.
O resultado mostra que a capital pernambucana perdeu desempenho em relação ao levantamento anterior. A queda na média reforça um cenário de desafios sociais que persistem e afetam a percepção de qualidade de vida de quem vive na cidade.
O IPS Brasil busca medir como as cidades conseguem atender às necessidades mais básicas da população. O índice também observa se o ambiente urbano oferece condições para que as pessoas tenham bem-estar e oportunidades de crescimento pessoal e coletivo.
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Proposta prevê pagamentos mensais de R$ 700 durante dez meses e depósitos anuais de R$ 2,5 mil para estudantes do ensino superior.
A proposta do governo federal poderá beneficiar cerca de 3,6 milhões de microempreendedores.
As conversas indicam que brasileiras e estrangeiras eram levadas a encontros com Vorcaro, amigos e convidados, incluindo autoridades, no Brasil e no exterior a eventos.
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