Raquel Lyra e João Campos na disputa pelo Governo de Pernambuco. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Divulgada nesta segunda-feira, 6 de outubro, a pesquisa Simplex/CBN traz movimentações expressivas no tabuleiro eleitoral. A governadora Raquel Lyra (PSD) saiu de 19,3% em fevereiro para 29,3% das intenções de voto, um crescimento de 10 pontos percentuais em apenas 8 meses, com uma curva de evolução constante nos levantamentos passados.
Já o prefeito do Recife, João Campos, que chegou ao patamar de 56,3%, caiu e está agora com 43,3%. Eduardo Moura (Novo) aparece com 5% e Ivan Moraes (PSOL) com 2,3%, consagrando o cenário de polarização entre dois nomes no próximo pleito eleitoral.
A diferença percentual entre os dois principais nomes, que chegou a superar os 30%, agora está no patamar de 14%.
Mesmo focada nas entregas para o Estado, a governadora Raquel Lyra já tem colecionado apoios em diversos municípios. No PSD, foram eleitos diretamente pela legenda 20 prefeitos e prefeitos. Com o apoio direto aos municípios e ritmo frequente de entregas, a adesão saltou para mais de 70 filiados à legenda em pouco menos de um ano. O clima nos bastidores é de que o partido deverá atingir, em breve, a marca de 80 gestores municipais.
O levantamento foi realizado em 139 municípios pernambucanos entre os dias 3 e 4 de outubro, onde foram escutados 1.066 eleitores por telefone. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com 95% de confiança.
João Campos (PSB): 43,6%
Raquel Lyra (PSD): 29,3%
Eduardo Moura (Novo): 5%
Ivan Moraes (Psol): 2,3%
Brancos e nulos somam 13,3%
Não sabem/não responderam somam 6,5%
Considerando apenas os votos válidos — modelo usado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das urnas —, João Campos aparece com 54,4%, e Raquel Lyra, com 36,5%. Eduardo Moura e Ivan Moraes têm 6,2% e 2,9%, respectivamente.
Em um cenário simulado de confronto direto entre João Campos e Raquel Lyra, o socialista teria 49% dos votos válidos, contra 32,4% da governadora. Branco e Nulo, 10,8%. Indecisos 7,8%.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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