Em sua fala, Raquel exemplifica os avanços do Hospital da Mulher do Agreste, que recebeu R$ 65 milhões, cujas obras estavam paradas há mais de 10 anos.
Obra paralisada em Pernambuco e Raquel Lyra. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Em meio à aprovação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Publicidade na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe), a governadora Raquel Lyra (PSD), foi questionada sobre como ela reagiria a tais movimentações. A gestora responde que age, afirmando que foi eleita para fazer diferença. (veja vídeo abaixo)
Em sua fala, a social-democrata alega que pegou o estado com o maior número de obras paralisadas em todo o Brasil, em 2022 e exemplifica os avanços do Hospital da Mulher do Agreste, que recebeu R$ 65 milhões, cujas obras estavam paradas há mais de 10 anos.
"Na verdade fui eleita para fazer diferença. E a diferença que a gente tem feito é fazer Pernambuco crescer, mas não deixar ninguém para trás. Esse é o estado que mais retomou obra paralisada no Brasil. Recebemos o título, infelizmente, em 2022 de estado com a quantidade de obra paralisada. E o Hospital da Mulher do Agreste era um deles. Botamos R$ 65 milhões, uma obra paralisada há mais de 10 anos e hoje ela traz esperança e sonho para muita mulher para muita criança pernambucana", comentou.
Ainda no comentário, Lyra destaca que ela tem que trabalhar e entregar resultado, mesmo a oposição tendo o "papel dela".
"Acho que oposição tem o papel dela, a gente vive numa democracia, como sou governo tenho que trabalhar e entregar resultado", finaliza a gestora.
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), usou a abertura do Circuito Literário de Pernambuco (Clipe), na quinta-feira, 7 de agosto, no Centro de Convenções de Olinda, para responder de forma indireta às críticas e pressões que tem recebido na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
No discurso, a gestora estadual abordou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar supostos gastos do Governo com publicidade e disse que não teme as ações da oposição.
Sem citar nomes, Raquel Lyra afirmou que enfrenta “desafios injustos” e deixou claro que não se sente intimidada.
“Temos bons desafios lá na frente, desafios que não são justos, que estão colocados lá, querendo fazer com que me imponham medo, e eu não tenho medo de mudança. Nada do que se coloca à nossa frente nos faz ter menos força para seguir em frente”, declarou.
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