A governadora relembrou que, desde o início de sua gestão, recebeu o compromisso do presidente de que o governo federal não deixaria o estado na mão.
Raquel Lyra e Lula em SUAPE Pernambuco. Foto: Ricardo Stuckert
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), minimizou na quarta-feira, 17 de junho, os possíveis impactos políticos da declaração de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à pré-candidatura do ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Governo do Estado.
Durante entrevista à Rádio Asa Branca, em Salgueiro, a gestora afirmou que a relação institucional entre o Estado e governo federal permanece "firme" e focada na execução de projetos para a população pernambucana.
O posicionamento de Raquel Lyra ocorre dois dias após o presidente Lula oficializar seu apoio ao nome de João Campos para a disputa estadual de 2026 por meio de um vídeo publicado nas redes sociais.
Na gravação, o petista classificou a aliança com o PSB como um "compromisso histórico" e relembrou a proximidade que mantém com a família do pré-candidato, citando o seu pai, Eduardo Campos, e o bisavô, Miguel Arraes. A declaração de Lula encerrou especulações sobre a possibilidade de ter dois palanques em Pernambuco.
Ao ser questionada sobre o gesto do presidente, a governadora reforçou que o foco de sua gestão é o trabalho contínuo e a entrega de resultados.
"Não muda nada. A gente continua com as parcerias firmes com o governo federal e o presidente Lula", garantiu Raquel. A governadora também relembrou que, desde o início de sua gestão, em janeiro de 2023, recebeu o compromisso do presidente de que o governo federal não deixaria o estado na mão.
A gestora estadual ainda citou uma série de ações em conjunto com a União que beneficiam Pernambuco, como a retomada das obras da Ferrovia Transnordestina, melhorias no metrô do Recife e o fortalecimento de programas de habitação como o "Minha Casa, Minha Vida".
"Vamos continuar trabalhando firmes, porque enquanto uns falam de eleição, a gente trabalha e entrega, porque eu sou governadora", concluiu.
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A conexão deverá ser liberada pelas operadoras 72 horas antes dos turnos e 24 horas após a votação.
O pedido foi enviado ao gabinete do ministro Luiz Fux, que já cuida das ações que discutem as regras desse mercado.
A avaliação permite verificar, em ambiente controlado e simultaneamente ao pleito, se os votos registrados nos equipamentos correspondem exatamente aos votos inseridos durante a auditoria.
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