Lula e Flávio Bolsonaro. Fotos: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil e Lula Marques/Agência Brasil
A pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira, 14 de agosto, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na segunda colocação.
De acordo com o levantamento, Lula reúne 38% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 31%. O cenário apresentado pelo instituto considera 13 possíveis candidatos à Presidência.
Na sequência dos dois primeiros colocados, o deputado federal Renan Santos (Missão) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparecem empatados com 4% das intenções de voto.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o escritor Augusto Cury (Avante) registram 2% cada. Já Samara Martins, vice-presidente do UP, aparece com 1%.
Outros sete nomes incluídos no cenário não alcançaram 1% das intenções de voto. São eles Clariana Barão (DC), presidente do partido em Mato Grosso; Edmilson Costa (PCB), professor e economista; Hertz Dias (PSTU), professor; Leonardo Grassi (Democratas); Willson Grassi (Democrata); Rui Costa Pimenta (PCO); e Leonardo Avalanche (PRTB), presidente nacional da legenda.
Além dos candidatos, 8% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 10% ainda não decidiram em quem votar.
O levantamento foi realizado pela Quaest entre os dias 10 e 13 de agosto, por meio de entrevistas presenciais com 2.004 eleitores.
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%. A sondagem foi contratada pela Editora Globo e pela TV Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06773/2026.
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Também foi determinado que a empresa custeie integralmente os tratamentos psicológicos e psiquiátricos da mulher até sua alta definitiva.
Em comum, os expositores disseram que os acordos com empresas de apostas foram celebrados tendo como base as regras em vigor à época.
O ministro disse ter ficado convencido, na ocasião, de que as apostas online são "um problema de saúde pública". Ele ainda afirmou ter formado "a percepção de que as bets devem ser banidas".
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