A primeira-dama Janja foi aplaudida pelos fiéis Foto: @AbyssinianBaptist via YouTube
A primeira-dama do Brasil, Rosângela da Silva, conhecida como Janja, cumpriu no último domingo (21) uma agenda simbólica nos Estados Unidos. Em meio à participação da comitiva presidencial na Assembleia Geral da ONU, Janja visita igreja batista no Harlem, em Nova York, considerada um dos templos mais emblemáticos da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos.
Durante o culto na Abyssinian Baptist Church, Janja foi apresentada à comunidade pelo pastor Kevin R. Johnson, que a chamou pelo nome completo e pediu que ela se levantasse. A recepção calorosa veio com aplausos e orações, em uma cerimônia marcada por músicas, mensagens de fé e engajamento político.
O gesto reforça a tentativa do governo brasileiro de se aproximar do público evangélico — um segmento com crescente influência política no Brasil e que, até agora, se mostra reticente em apoiar a atual gestão federal. Embora a presença da primeira-dama não tenha sido diretamente ligada a uma estratégia eleitoral, o simbolismo do local e do momento foi amplamente destacado por ela nas redes sociais.
“Senti-me profundamente tocada pelas palavras do reverendo, que reforçou a importância de não se calar diante dos desafios atuais. Agradecida por esse domingo de louvor e muito simbolismo em uma igreja histórica”, escreveu Janja, ao compartilhar fotos e vídeos da cerimônia.
Janja visita igreja batista com um passado marcante: fundada em 1808 por fiéis negros que protestavam contra a segregação racial nas igrejas americanas, a Abyssinian Baptist Church foi palco de importantes lutas sociais, especialmente durante o movimento pelos direitos civis liderado por figuras como Martin Luther King Jr. e Malcolm X.
O pastor Kevin Johnson, ao comentar a visita, disse ter conversado com a primeira-dama antes da celebração e destacou o interesse dela em participar de uma igreja batista durante sua estadia nos EUA. “Rezamos para que o presidente Silva tenha um discurso forte na ONU”, afirmou, referindo-se ao compromisso oficial do presidente Lula nesta terça-feira (23).
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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