Para o gestor municipal, a decisão de Jô de Chico Titiu, tomada em um momento simbólico e solene como a posse, demonstra uma "falta de respeito" com o eleitor.
Câmara Municipal de Buenos Aires Foto: Divulgação
A recém-eleita presidente da Câmara Municipal de Buenos Aires, Jô de Chico Titiu, impediu na terça-feira, 1° de janeiro, que o prefeito eleito, Henrique Queiroz, usasse a palavra durante a solenidade de posse.
Para o gestor municipal, a decisão de Jô, tomada em um momento simbólico e solene como a posse, demonstra não apenas uma falta de respeito ao prefeito eleito, mas também aos cidadãos.
“Esse tipo de atitude enfraquece as instituições e vai na contramão do que os cidadãos de Buenos Aires esperam de seus representantes”, criticou um analista político. “O prefeito Henrique Queiroz recebeu um mandato legítimo das urnas, e negar-lhe a palavra é desrespeitar não apenas o Executivo, mas também o eleitorado.”
A postura de Jô também gerou críticas nas redes sociais, onde moradores expressaram indignação.
“É vergonhoso começar um mandato com tamanha falta de respeito. Buenos Aires precisa de união, não de divisões políticas infantis”, escreveu um internauta. Outro comentou: “Ela pode até ter ganhado a presidência da Câmara, mas quem ganhou a confiança do povo foi Henrique. Esse tipo de atitude não vai levar a lugar nenhum.”
Simão Pedro (PSD), prefeito eleito de Orós (CE), renunciou ao cargo após a posse. Sua mãe, Tereza Cristina (PSB), vice na sua chapa, assumiu a prefeitura em seu lugar.
Ambos têm experiência prévia na prefeitura: Simão governou Orós por dois mandatos, de 2013 a 2020, e Tereza foi prefeita de 1993 a 1996.
A renúncia de Simão estava planejada para 2026, mas foi antecipada devido a uma vaga de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), resultante das eleições municipais de Fortaleza.
Gabriella Aguiar, do mesmo partido que Simão e atualmente vice-prefeita de Fortaleza, está em licença-maternidade desde outubro. Simão ocupa seu lugar na Alece como suplente.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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