Simão Pedro e sua mãe Tereza Cristina Foto: Reprodução/ Redes sociais
Simão Pedro (PSD), prefeito eleito de Orós (CE), renunciou ao cargo após a posse. Sua mãe, Tereza Cristina (PSB), assumiu a prefeitura em seu lugar.
Ambos têm experiência prévia na prefeitura: Simão governou Orós por dois mandatos, de 2013 a 2020, e Tereza foi prefeita de 1993 a 1996.
A renúncia de Simão estava planejada para 2026, mas foi antecipada devido a uma vaga de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), resultante das eleições municipais de Fortaleza.
Gabriella Aguiar, do mesmo partido que Simão e atualmente vice-prefeita de Fortaleza, está em licença-maternidade desde outubro. Simão ocupa seu lugar na Alece como suplente.
Em 2022, Simão foi o primeiro suplente do PSD para deputado estadual com 35.414 votos. Desde 2023, ele tem substituído colegas de partido na Alece durante suas licenças.
O plano inicial de Simão era ser eleito prefeito em 2024 e, após dois anos, candidatar-se a deputado estadual. Se eleito, passaria o cargo de prefeito para sua mãe.
“Essa chapa [com minha mãe] foi planejada para o futuro”, disse o prefeito eleito à CNN. “Mas surgiu a questão da chapa em Fortaleza”, pontuou. “Isso abriu um leque de possibilidade de antecipação de um mandato para mim”, disse Simão.
A família de Simão tem uma longa tradição na política de Orós, uma cidade localizada no centro-sul do Ceará, distante mais de 340 quilômetros da capital.
“Trabalharei ao lado de Simão Pedro que, como deputado, estará na defesa do interesse de Orós. Minha gente, isso é um projeto de Deus na vida dele”, afirmou Tereza.
Além de Tereza e Simão já ocuparem o cargo de prefeitos do município, o pai de Simão, Luiz Moreira — que já é falecido — também foi prefeito por dois mandatos, de 1971 a 1973 e de 1983 a 1988.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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