Prefeito de Sorocaba durante entrevista e agentes da PF. Fotos: Reprodução e Divulgação. Arte: Portal de Prefeitura
O prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), afirmou que a operação da Polícia Federal (PF) em sua residência teve motivação política. Em entrevista exclusiva ao Pleno News, concedida na sexta-feira, 11 de abril, ele disse acreditar que se tornou alvo da ação por manifestar o desejo de disputar a Presidência da República e declarou que não teme o presidente Lula. (veja vídeo abaixo)
A operação ocorreu na manhã da quinta (10), quando agentes da PF estiveram na casa do prefeito. Segundo Manga, a presença da imprensa no local antes mesmo da chegada da polícia reforça a ideia de que tudo foi articulado com antecedência.
"Foi tão arquitetado, pra você ter uma ideia, que quando eles chegaram na minha casa, a Globo já estava na porta de casa", relatou o prefeito durante a entrevista.
Rodrigo Manga também comentou na entrevista do Pleno sobre o impacto emocional da ação em sua família. De acordo com ele, o próprio filho, de apenas 7 anos, foi quem abriu o portão no momento da chegada dos agentes.
"(…) O meu filho de 7 anos, que abriu a porta, nesse momento (…). O que mais me chateia é um menino de 7 anos viver isso pela opção do pai, ter colocado seu nome para uma disputa ao governo do estado ou até uma disputa presidencial, que eu coloquei caso o presidente Bolsonaro não fosse candidato".
Durante a conversa, Manga relatou que os agentes da PF demonstraram desconforto ao cumprir a missão. Segundo ele, os policiais agiram com respeito e sabiam que não encontrariam nenhum material que pudesse comprometê-lo.
"Eu percebi os policiais, a todo momento, constrangidos de estar lá. Tipo assim, um policial chegou até a falar assim: 'Prefeito, eu queria que abrisse ali para eu ver, a gente sabe que não tem nada, mas a gente tem que cumprir o nosso papel'. Você via que era uma ação extremamente política".
Da redação do Portal com informações do Pleno News.
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Os dois institutos adotam metodologia quantitativa, mas apresentam diferenças na forma de abordagem dos entrevistados.
Candidata ao Senado também apresentou propostas para ampliar proteção ao público feminino.
Eles não são contabilizados como válidos nem destinados ou transferidos a qualquer candidato ou partido político.
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