Lula e bomba de gasolina enchendo tanque de carro. Fotos: Marcelo Camargo e Marcello Casal Jr./Agência Brasil. Arte: Portal de Prefeitura
A gasolina vendida no Brasil voltou a ficar mais cara que no mercado internacional em novembro, segundo levantamento da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). A reversão reacende críticas à atual política de preços e evidencia a dificuldade do país em manter coerência entre custos globais e valores praticados nas refinarias.
Depois de um outubro em que os valores internos ficaram próximos e até ligeiramente abaixo da chamada Paridade de Importação (PPI), novembro apresentou um novo cenário. Conforme a Abicom, a gasolina no mercado doméstico passou a registrar um “prêmio” entre 5% e 8% acima do valor de referência internacional.
A PPI funciona como uma projeção teórica do custo de trazer combustível do exterior, incluindo preço internacional, câmbio e despesas logísticas. Ela não determina os preços das refinarias, mas é uma bússola importante para medir competitividade e transparência. Quando a gasolina brasileira fica muito acima da paridade, aumenta a pressão sobre consumidores e dificulta a viabilidade das importações.
Os analistas da Abicom atribuem essa diferença a um conjunto de fatores que se alinharam ao longo do mês:
Essa combinação, segundo especialistas, mostra que uma parcela relevante do preço final no Brasil depende mais da política doméstica do que do mercado externo, justamente o ponto mais criticado por entidades e economistas.
Embora a PPI não represente exatamente o valor que um importador pagaria, ela indica quando o combustível brasileiro está competitivo. Quando não está, como agora, as consequências podem ir além das bombas:
Não é a primeira vez que o Brasil vive uma desconexão entre o mercado internacional e os valores internos. E, para especialistas, enquanto o país não adotar uma política de preços mais clara, previsível e transparente que considere tanto a realidade global quanto o poder de compra do brasileiro — o ciclo de altas e recuos desconexos continuará se repetindo.
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Com isso, o Tribunal de Justiça do Rio (RJ-RJ) vai oficializar, em breve, a queda da liminar que havia concedido à atleta trans para que ela pudesse atuar.
De acordo com a CBTU, a iniciativa atende à Resolução nº 23.759/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determina a oferta gratuita de transporte coletivo urbano.
A atuação incluirá ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios de 11 estados e apoio logístico em outros 39 municípios de oito unidades da federação.
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