O comentário veio após a defesa do ex-candidato ao Governo de Pernambuco afirmar que a remoção dos perfis levanta dúvidas sobre uma possível motivação política.
Gabriel Asafe, porta voz do MBL Recife, e Jones Manoel. Foto: Divulgação
O porta-voz do Movimento Brasil Livre (MBL) no Recife, Gabriel Asafe, comentou nesta sexta-feira, 8 de agosto, a exclusão das contas do historiador, youtuber e ex-candidato ao governo de Pernambuco, Jones Manoel, das plataformas Instagram e Facebook.
“Agora a esquerda defende liberdade de expressão?”, comentou Asafe.
O comentário veio após a defesa de Jones Manoel afirmar que a remoção dos perfis levanta dúvidas sobre uma possível motivação política. De acordo com seus advogados, a decisão da Meta, empresa que controla as duas redes sociais, ocorreu justamente na semana em que Jones atingiu números expressivos de alcance, com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e mais de 100 milhões de visualizações nos últimos 30 dias.
Os representantes jurídicos de Jones Manoel alegam que as postagens incluíam críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e à atuação das chamadas “big techs” no Brasil.
Para a defesa, a medida afeta diretamente a liberdade de expressão, tanto no aspecto individual, ao impedir Jones de se manifestar, quanto no coletivo, ao impedir que o público tenha acesso aos seus conteúdos.
Em nota enviada à imprensa, os advogados afirmaram que a ação da empresa viola a Constituição Federal, a legislação brasileira e até mesmo os próprios Termos de Uso que a Meta estabelece com seus usuários.
A equipe jurídica também ressaltou que a empresa não apresentou explicações detalhadas sobre as razões que levaram à suspensão e que não disponibilizou mecanismos de defesa ou contestação.
“Diante da recusa da plataforma em garantir um mínimo de transparência e contraditório, Jones Manoel buscará o Poder Judiciário não apenas para reparar os danos sofridos, mas, sobretudo, para reafirmar um princípio fundamental de qualquer democracia”, afirmou a nota.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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