Humorista Fábio Porchat Foto: Reprodução/Flow PodCast
O humorista Fábio Porchat voltou a gerar repercussão nas redes sociais ao comentar a política brasileira em entrevista no Flow Podcast, gravada em dezembro de 2025. Ele afirmou que o país “saiu de um cara que tentou um golpe de Estado para uma política onde agora tem roubo”.
Porchat criticou a polarização e as práticas políticas irregulares, destacando que muitos agentes públicos são tratados como iguais, mesmo com condutas diferentes. “Eles gostam que tudo seja farinha do mesmo saco, porque aí você fala, é tudo política, é tudo ladrão, quando tudo é tudo, tudo vira nada. Então a gente aceita, e a gente deixa ir acontecendo”, disse.
O humorista comentou ainda sobre a presença de figuras problemáticas nas principais instituições brasileiras. Segundo ele, embora existam bons nomes, a maior parte do Congresso, Senado e STF estaria comprometida. “Temos alguns bons nomes lá no Congresso, por isso que não digo que é 100%, mas 90% é podre, podre, Senado, Congresso, STF, podre. Mas a gente precisa cobrar disso, a gente precisa mudar isso”, afirmou.
Porchat relaciona a polarização política com a dificuldade da sociedade em fiscalizar efetivamente os políticos. Ele acredita que transformar todos os agentes públicos em “iguais” enfraquece a cobrança social e favorece a manutenção de práticas irregulares.
As declarações reacendem o debate sobre corrupção, transparência e responsabilidade social. O humorista, conhecido por seu tom crítico e direto, utiliza o podcast para abordar temas políticos de maneira provocativa, conectando opinião popular a problemas institucionais do país.
Especialistas em comunicação política afirmam que declarações de figuras públicas como Porchat têm grande impacto porque aproximam a população das discussões sobre política, estimulando debates nas redes sociais e na mídia tradicional.
Em resumo, Porchat utiliza seu espaço para alertar sobre a necessidade de cobrança social e transparência na política brasileira, denunciando corrupção, polarização e a falta de fiscalização efetiva. Para ele, a responsabilidade não é apenas do governo, mas também da sociedade, que precisa acompanhar e exigir ações concretas dos representantes eleitos.
A crítica do humorista é direta e provocativa, mas reflete um sentimento crescente de insatisfação popular com o cenário político e reforça a importância de vigilância social constante sobre instituições e políticos.
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