A operação reuniu três equipes da polícia.
23 de janeiro de 2025 às 14:58 - Atualizado às 15:00
Antônio Galdino Foto: Divulgação/Polícia/ND
Procurado desde 2008, Antônio Eilson Pessoa Galdino, mais conhecido por ser um dos maiores assaltantes de bancos do Brasil, foi morto após trocar tiros com a Polícia Federal, na manhã da última segunda-feira, 20 de janeiro, em Confrensa, no Mato Grosso do Sul.
Antônio era procurado por numerosos crimes, entre eles, estavam os de assaltos a carro forte, homicídio, tráfico de drogas, assalto a banco e extorsão mediante a sequestro. as investigações da polícia indicam que Galdino era um dos maiores produtores de cannabis da Bahia e utilizava empresas de fachadas para ocultar o negócio ilegal.
A operação foi liderada em conjunto com a polícia de diversos estados, como, Tocantins, Pará, Mato Grosso e Minas Gerais, o fugitivo foi localizado após três dias de busca. Durante a ação, foram apreendidas três armas de fogo, R$ 320 mil escondidos na caminhonete do trio, um drone, oito celulares, documentos que utilizavam para compras de propriedades rurais e maquinários agrícolas demonstrando um esquema de lavagem de dinheiro.
Na ocasião, o fugitivo estava acompanhado por mais outros três criminosos, Frederico Bandeira Alencar e Marcos Deley Alencar, que também foram atingidos e mortos. Os três mesmo sendo socorridos para um hospital municipal próximo, não resistiram.
O principal alvo, que também era empresário, ele financiava atividades de empresas de fachada e era considerado um dos maiores produtores de maconha na Bahia. Ele foi preso na Paraíba, em 2008 e preso novamente em 2017, dessa vez em Sergipe, mas, continuava operando seus esquemas ilegais.
A morte de Galdino, foi um desdobramento iniciado pela polícia civil de Minas Gerais. No início da operação, foram cumpridos 11 mandatos de prisão e 15 buscas de apreensão e buscas realizadas nos estados de MG, GO, BA, SE e ES. de início, o plano era desmontar um esquema criminoso que realizavam assaltos a banco, tráfico de drogas e extorsões e homicídios.
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Ela foi autuada por tráfico interestadual de drogas, cujas penas podem chegar até 20 anos de reclusão.
A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao artista.
Adriana Albuquerque assume a função com a missão de implementar as diretrizes estratégicas da PF no estado, com foco no enfrentamento ao crime organizado.
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