Jojo Todynho e Michelle Bolsonaro. Foto: Divulgação
O PL reforçou o interesse em ter a cantora e influenciadora Jojo Todynho como candidata a deputada federal pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2026. O partido formalizou o convite e tenta convencer a artista a entrar na disputa. As informações são da coluna do Igor Gadelha, do Metrópoles.
O convite partiu do diretório do PL no Rio de Janeiro. O presidente municipal da legenda, Bruno Bonetti, apresentou a proposta à artista, que ouviu a ideia.
O presidente estadual do partido, o deputado federal Altineu Côrtes, explicou que a legenda tenta aproximar Jojo do projeto político para 2026 e acredita que a influenciadora pode, em algum momento, considerar a uma candidatura. Altineu afirmou que o partido vê em Jojo uma figura de forte conexão com o público.
Altineu avaliou que a cantora dialoga com diferentes grupos e representa uma voz que poderia ampliar o alcance eleitoral da sigla no estado. Ele destacou que a resposta inicial não desmotivou a legenda, que pretende continuar com a aproximação.
O líder do PL na Câmara Federal, deputado Sóstenes Cavalcante, tratou o possível ingresso de Jojo como algo praticamente certo. Ele comentou que a sigla trabalha com a expectativa de ter a influenciadora na chapa federal e demonstrou confiança de que a artista aceitará a proposta até o período de definição das candidaturas.
Jojo Todynho confirmou que recebeu o convite e reconheceu a abordagem do partido. De forma direta, ela explicou que, neste momento, concentra seus esforços em outros projetos profissionais e pessoais. Apesar disso, não descartou totalmente a possibilidade de avaliar o cenário político no futuro. A postura aberta, porém cautelosa, mantém a discussão viva dentro da legenda.
A movimentação demonstra a estratégia do PL para 2026. A cúpula da sigla aposta em nomes populares para ampliar a presença na Câmara e equilibrar perdas que podem surgir por mudanças no cenário político. A busca por figuras conhecidas não é nova, mas se intensifica à medida que as redes sociais passam a influenciar ainda mais o comportamento eleitoral.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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