Em postagem no X, antigo Twitter, o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou que o bloqueio contra o "petróleo venezuelano sancionado e ilícito" permanece ativo em qualquer parte do mundo.
Petroleiro russo ligado à Venezuela é apreendido pelos EUA em operação no Atlântico Norte Foto: Reprodução / Live CNN
As forças armadas dos Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira, 7 de janeiro, a apreensão de um petroleiro que navegava sob bandeira russa no Atlântico Norte, em uma ação que reforça o bloqueio imposto pelo governo americano a embarcações ligadas ao petróleo venezuelano sancionado.
O navio, originalmente nomeado Bella1, mudou de nome para Marinera durante a viagem e passou a ostentar bandeira russa. Ele vinha sendo monitorado desde dezembro de 2025, quando burlou um bloqueio parcial na costa da Venezuela e evitou uma abordagem da Guarda Costeira dos EUA.
A operação foi conduzida em conjunto pelo Departamento de Segurança Interna e pelas forças armadas americanas, com o apoio do Comando Europeu dos EUA, e ocorreu na zona econômica exclusiva da Islândia, perto de águas internacionais do Atlântico Norte.
Em postagem no X, antigo Twitter, o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou que o bloqueio contra o “petróleo venezuelano sancionado e ilícito” permanece ativo em qualquer parte do mundo. Segundo ele, o objetivo é impedir que navios sancionados transportem petróleo da Venezuela, mesmo em alto mar.
Os Estados Unidos já haviam implementado em dezembro de 2025 um bloqueio naval à Venezuela para evitar a exportação de petróleo sancionado. Antes da apreensão do Marinera, Washington confiscou dois outros petroleiros suspeitos de transportar cargas venezuelanas irregulares.
Especialistas em geopolítica consideram a apreensão como parte de uma estratégia ampla dos EUA para exercer pressão sobre o governo venezuelano e controlar o fluxo de petróleo sancionado. A operação também aumenta a tensão com países aliados à Venezuela, que veem a medida como uma interferência em rotas comerciais internacionais.
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