Presidente Lula. Foto: Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inicia o ano de 2026, período que antecede a disputa eleitoral presidencial, com desaprovação de 57% dos brasileiros em relação ao seu desempenho pessoal. O índice de aprovação ficou em 34%, segundo pesquisa do PoderData realizada entre os dias 24 e 26 de janeiro de 2026, em todas as regiões do país.
Os dados revelam um cenário de desgaste da imagem pessoal do petista no momento em que ele se aproxima da possibilidade de disputar um quarto mandato à frente do Palácio do Planalto.
A pesquisa mostra que a avaliação negativa do presidente supera a percepção dos eleitores sobre o governo federal como um todo. Quando questionados sobre a administração comandada por Lula, 53% dos entrevistados disseram desapvar o governo, enquanto 41% afirmaram aprovar a gestão. A diferença indica que a figura pessoal do presidente enfrenta maior resistência do que as ações gerais do Executivo, de acordo com o levantamento.
O estudo foi conduzido pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. A equipe realizou 2.500 entrevistas por telefone, incluindo ligações para celulares e telefones fixos, em 111 municípios distribuídos pelas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%, padrão adotado em pesquisas de opinião de abrangência nacional.
Os números refletem um momento sensível para o presidente, que completa 80 anos e entra em um período decisivo de articulações políticas. A desaprovação elevada pode influenciar diretamente o ambiente político ao longo de 2026, especialmente diante das discussões sobre alianças, estratégias eleitorais e o posicionamento de partidos da base e da oposição.
A diferença entre a avaliação pessoal de Lula e a do governo chama atenção no levantamento. Enquanto a desaprovação ao presidente chega a 57%, a rejeição à gestão federal é quatro pontos menor. Esse cenário sugere que parte dos eleitores faz uma distinção entre o desempenho do chefe do Executivo e as ações do governo como estrutura administrativa. Ainda assim, os índices negativos permanecem majoritários nos dois recortes analisados.
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