Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 23%. Na pesquisa de 10 de agosto, eram 21%. Não sabem ou não responderam são 1%.
17 de agosto de 2026 às 11:18 - Atualizado às 11:20
Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foto: Ricardo Stuckert/PR
Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 17, indica que 42% dos eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, de 10 de agosto, eram 44% - houve uma variação para baixo dentro da margem de erro. Os eleitores que consideram o governo de Lula ótimo ou bom somam 34%, mesma taxa do levantamento da semana passada.
Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 23%. Na pesquisa de 10 de agosto, eram 21%. Não sabem ou não responderam são 1%.
A avaliação do governo Lula é melhor entre o público feminino, pessoas de 60 anos ou mais e por quem estudou até o ensino fundamental. A avaliação é pior entre o público masculino, eleitores de 41 a 59 anos e por quem tem ensino superior.
O instituto também perguntou sobre a aprovação do desempenho pessoal de Lula. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam o petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.
A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação subiu um ponto.
A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.
Estadão Contéudo
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A manifestação ocorreu por meio da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), que reúne mais de dois mil delegados.
A atividade contou com a participação de dezenas de pessoas, que passaram pelo local para adesivar seus veículos e manifestar publicamente apoio à candidatura.
A ideia surge em meio à escalada da crise entre os magistrados Alexandre de Moraes e André Mendonça.
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