Ao longo da campanha à Prefeitura de São Paulo, em 2024, o empresário chegou a ter atritos públicos com a família do ex-presidente, que oficialmente apoiava o prefeito Ricardo Nunes na disputa.
Pablo Marçal e Flávio Bolsonaro. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
O empresário, ex-coach e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal afirmou na quarta-feira, 17 de dezembro, em encontro com Flávio Bolsonaro, que irá "para guerra" junto com o senador, que é pré-candidato à Presidência. Os dois se encontraram em São Paulo em um evento promovido por Marçal.
"Não querendo magoar o Jair, mas esse é o Bolsonaro que a gente sempre quis", disse Pablo Marçal, ao pedir aplausos para o senador, completando:
"Flávio, as portas estão abertas por você. Vamos para a guerra juntos. Eu acredito verdadeiramente nesse coração aqui (apontando para Flávio). Esse coração aqui vai fazer diferente do que todo mundo fez. E se você tiver tomando pancada, nós vamos tomar juntos."
Em sua fala, Flávio Bolsonaro afirmou que a empreitada à Presidência é "uma guerra espiritual", pediu proteção divina e pediu que a plateia recitasse com ele mensagens de teor religioso.
Ao longo da campanha à Prefeitura de São Paulo, em 2024, Pablo Marçal chegou a ter atritos públicos com a família Bolsonaro, que oficialmente apoiava o prefeito Ricardo Nunes na disputa.
Mais cedo, Flávio Bolsonaro se encontrou com um grupo de cerca de 20 empresários e reforçou que sua candidatura é para valer. Na conversa, mencionou o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, como referência para suas políticas de segurança pública caso venha a se eleger durante um almoço com empresários em São Paulo nesta quarta-feira, 17.
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, mencionou o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, como referência para suas políticas de segurança pública caso venha a se eleger durante um almoço com empresários em São Paulo na quarta-feira, 17.
Organizado pelo ex-secretário de Desenvolvimento Social de São Paulo Filipe Sabará, o evento foi feito na casa de Gabriel Rocha Kanner, empresário da terceira geração da família fundadora da Riachuelo, e reuniu nomes de empresários de peso.
Estadão Conteúdo
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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