Pablo Marçal e Gusttavo Lima. Fotos: Campanha e Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O empresário Pablo Marçal anunciou na terça-feira, 7 de janeiro, sua candidatura à presidência pelo PRTB, partido que passará a se chamar Brasileiros.
“Serei candidato a presidente pelo PRTB em 2026. O empreendedorismo é a chave para libertar o nosso povo e fomentar o desenvolvimento econômico”, declarou Marçal em nota à imprensa.
A sigla também revelou a intenção de formar uma "dobradinha" entre Pablo Marçal e o cantor Gusttavo Lima, com o artista sendo lançado como candidato a vice-presidente.
Segundo o comunicado, Marçal entrou em contato com Gusttavo Lima por telefone após o cantor demonstrar interesse na corrida presidencial de 2026.
“Liguei para o Gusttavo Lima e ele está realmente com o coração disposto a servir o nosso povo. Gustavo Lima é um exemplo de brasileiro, de origem bem humilde se tornou o maior artista do Brasil é um grande empresário e nunca perdeu sua essência de humilde. A chapa Gustavo Lima e Marçal é vista pelos brasileiros com uma chapa imbatível e que representa os anseios dos eleitores", afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida eleitoral para a Presidência da República com 33,7% das intenções de voto, de acordo com levantamento da Simplex Consultoria. Em segundo lugar está o cantor sertanejo Gusttavo Lima, que registra 20,7%, seguido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 16,1%. Tarcísio e Gusttavo Lima estão tecnicamente empatados, dentro da margem de erro.
O influencer e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, aparece com 8,4% das intenções de voto. Já os eleitores indecisos, votos brancos e nulos somam 21,1%, indicando um cenário ainda indefinido para parte significativa do eleitorado.
A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de janeiro, com 1.000 entrevistas telefônicas automatizadas em todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, e o nível de confiança do levantamento é de 95%.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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