Nikolas Ferreira durante ato na Avenida Paulista. Foto: reprodução
O deputado Nikolas Ferreira (PL) chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de "covarde" e o presidente da Suprema Corte, Luís Roberto Barroso, de "debochado". As declarações aconteceram durante o ato em defesa da anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no domingo (6), na Avenida Paulista, São Paulo.
“A que ponto chegamos, ir para rua para dizer o óbvio de que altas penas é para criminosos e não baderneiros. Ditadores de toga, principalmente Alexandre de Moraes, se utilizou do dia 8 para nos amedrontar, se lascou, olha a gente aqui, essa é a resposta para você, seu covarde”, afirmou.
Depois, o parlamentar também criticou Barroso: “Para o debochado do ministro Barroso, que falou “perdeu, mané”. Primeiro, que isso é fala de bandido quando vai roubar alguém. O que você está querendo dizer com isso, Barroso? Que nas eleições de 2022 nós fomos assaltados? Porque, se for isso, fique em paz que daqui um ano e meio tem eleições de novo”.
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Inelegível
Além de Bolsonaro, estavam presentes na manifestação o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas; o de Minas Gerais, Romeu Zema; o do Paraná, Ratinho Junior; o do Amazonas, Wilson Lima; o de Goiás, Ronaldo Caiado; o de Mato Grosso, Mauro Mendes; e o de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL). Parlamentares e outras autoridades, como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, também participaram do ato.
Bolsonaro está inelegível por 8 anos, até 2030, porque a Justiça Eleitoral entendeu que a reunião com embaixadores estrangeiros, em julho de 2022, no Palácio da Alvorada, teve uso eleitoral. Na ocasião, o então presidente fez afirmações sem provas, desacreditando o sistema eleitoral brasileiro.
Ele é réu por tentativa de golpe, junto com mais sete pessoas, desde o mês passado, desde a decisão unânime da Primeira Turma do STF. Os cinco ministros votaram para aceitar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A partir de então, Bolsonaro e os outros réus, passarão a responder a um processo penal que pode condená-los à prisão.
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13:00, 13 Fev
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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