A sucessão de óbitos levantou especulações, já que as mortes tiveram impacto direto no processo, exigindo a reimpressão de cédulas e a anulação de votos já enviados por correio.
Campanha de candidata de direita na Alemanha Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Seis integrantes do partido Alternativa para a Alemanha (AfD, quatro candidatos e dois suplentes, morreram em um intervalo de apenas 13 dias na região da Renânia do Norte-Vestfália, às vésperas das eleições locais.
Segundo autoridades, não há indícios de crime, e em pelo menos dois casos a causa foi natural, embora nem todas as circunstâncias tenham sido divulgadas.
As mortes tiveram impacto direto no processo eleitoral, exigindo a reimpressão de cédulas e a anulação de votos já enviados por correio. Entre os nomes confirmados estão Ralph Lange, de 66 anos, Wolfgang Klinger, de 71, Stefan Berendes, de 59, e Wolfgang Seitz, também de 59 anos.
A sucessão de óbitos levantou especulações. A líder do AfD, Alice Weidel, compartilhou uma publicação do economista Stefan Homburg, que classificou o número de casos como “estatisticamente impossível”.
Embora não lidere as pesquisas na região, o AfD vem em crescimento: saiu de 5,4% em 2022 para 17,8% das intenções de voto atualmente.
A campanha digital "Defenda o Brasil do PT" tomou conta das redes sociais em julho deste ano, e alcançou o topo dos assuntos mais comentados do Brasil no X (antigo Twitter), ultrapassando a marca de 1 milhão de menções.
A mobilização foi impulsionada por parlamentares e apoiadores da direita como uma reação direta à campanha "Defenda o Brasil", lançada pelo governo federal e o Partido dos Trabalhadores (PT).
A movimentação começou ainda quando a hashtag "Defenda o Brasil do PT" superou as publicações da campanha oficial do governo, que usa as cores da bandeira nacional e acusa opositores como Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas de serem "traidores da pátria" e "falsos patriotas".
Em resposta, perfis da oposição passaram a denunciar o que chamam de perseguição política e manipulação de narrativa por parte do governo Lula.
A frase "Defenda o Brasil do PT" foi usada para criticar falhas diplomáticas, desinformação e responsabilizar o atual governo pela crise com os Estados Unidos, após o presidente Donald Trump anunciar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, vinculando a medida ao tratamento jurídico dado a Bolsonaro e às ações do Supremo Tribunal Federal (STF).
2
3
4
18:57, 15 Abr
27
°c
Fonte: OpenWeather
Para tomar posse, o Pernambucano precisa passar por uma sabatina na CCJ e ser aprovado em votação na comissão e no plenário da Casa
As obras serão realizadas em parceria com a União, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que financia as unidades habitacionais.
Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
mais notícias
+