Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-presidente Michel Temer (MDB). Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-presidente Michel Temer (MDB).
O ex-presidente do Brasil, Michel Temer (MDB), disse que o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é aquele que mais promove seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL).
Temer pontuou que Lula está sempre falando de seu rival político, em especial como contra-argumento quando recebe críticas.
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"Eu digo sempre: o presidente Lula vive falando do presidente [Jair] Bolsonaro. Ele é quem mais divulga o presidente Bolsonaro. Imagina se eu fosse fazer isso no meu governo, quando as pessoas me criticavam… E eu ficasse: “Mas a ex-presidente, a ex-presidente…” Eu não dizia nada. Eu ia tocando o govern", disse Temer em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo.
Na visão do político, no Brasil, é comum o governo tentar desacreditar a gestão anterior, enquanto a oposição busca desmantelar a administração atual.
"A oposição tem um sentido político, ou seja, se eu perder a eleição o meu dever é destruir aqueles que ganharam. No Brasil, nós temos a ideia de que cada governo que chega precisa destruir os anteriores. Tanto que o vocábulo herança maldita se incorporou ao vocabulário político do país. (…) Cada governo que chega, quando critica o governo anterior, não está ajudando a harmonia do país", continuou.
O ex-presidente reforçou que acreditava que Lula iria unificar o país.
"Houve um equívoco, uma distância entre a palavra e a ação. Eu achei [que] ele [Lula] faria uma espécie de governo de redenção nacional. Ele declararia: “Eu vou pacificar o país”, o que significa que você vai governar para todos os brasileiros. Não significa que não haverá divergência. Acabei de dizer no início da minha fala, você tem que ter oposição, divergência, tem temas que são delicados. (…) Eu acho que faltou talvez um pouco de vontade política de um lado e, de outro lado, como o Brasil já estava radicalizado, houve agressão de todos os lados", concluiu.
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Durante sua participação na Rádio Jornal, nesta quarta-feira, 26 de agosto, a candidata detalhou como pretende atuar em algumas das principais decisões que passarão pela Casa nos próximos anos.
Os recursos poderão ser destinados a diagnóstico, tratamento, acompanhamento e assistência terapêutica multiprofissional, podendo ser direcionados a entidades, prefeituras e hospitais do estado.
Durante a caminhada, o candidato conversou com moradores e trocou experiências ao longo do trajeto. A movimentação também contou com a presença de pessoas que acompanham sua candidatura à Alepe.
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