Creche Escola Sítio do Cardoso, da Prefeitura do Recife. Foto: Divulgação
A Creche Escola Sítio do Cardoso, localizada no bairro da Torre, na Zona Oeste do Recife, tem operado em esquema de rodízio desde o início de 2025. A justificativa é a falta de Auxiliares de Desenvolvimento Infantil (ADIs).
O problema tem impactado diretamente as famílias, que precisam reorganizar suas rotinas para lidar com a liberação antecipada das crianças.
A unidade, que deveria funcionar em período integral, das 5h às 17h, tem dispensado parte dos alunos às 11h30 em algumas semanas. O motivo é a insuficiência de profissionais para atender a demanda, especialmente após a ampliação da creche, que dobrou a oferta de vagas.
A Prefeitura do Recife entregou, em fevereiro deste ano, uma reforma na Creche Escola Sítio do Cardoso, aumentando a estrutura em 400 metros quadrados e adicionando seis novas salas. A melhoria permitiu a matrícula de um número maior de crianças, mas, segundo os responsáveis, a quantidade de auxiliares não acompanhou esse crescimento.
A Secretaria de Educação do Recife informou que já iniciou o processo de contratação de novos auxiliares para suprir a carência de profissionais na creche. No entanto, a pasta não apresentou uma data para a normalização do atendimento.
Vale destacar que, recentemente, a Creche Escola José de Souza Ferraz também foi alvo deste tipo de denúncia.
Moradoras do bairro do Ipsep, no Recife, denunciam problemas recorrentes na Creche Escola José de Souza Ferraz, da Prefeitura do Recife. Segundo as mães, a unidade mantém um sistema de rodízio há mais de três anos, prejudicando a rotina das crianças e dos responsáveis.
A creche, localizada na Rua Jacundá, funciona em esquema alternado. As crianças frequentam as aulas um dia sim e outro não. A justificativa para o rodízio inclui a falta de água, problemas no ar-condicionado e a necessidade de manutenção em equipamentos como a máquina de lavar roupas.
Em entrevista à TV Guararapes, mães expressaram indignação com a situação. Elas afirmam que precisam trabalhar, mas o modelo adotado pela creche compromete suas rotinas e o desenvolvimento das crianças.
"Precisamos trabalhar, mas a creche adotou o sistema de rodízio. Isso prejudica nossos filhos e o nosso trabalho. Isso já acontece há mais de três anos, com desculpas de problemas no ar-condicionado, falta de água e reunião de professores", afirmou uma das mães à emissora.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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