08 de dezembro de 2023 às 09:35
Após uma reunião com seus principais assessores, Celso Amorim e Mauro Vieira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por oferecer-se como mediador na crise entre a Venezuela e a Guiana, de acordo com fontes do Itamaraty e do Planalto.
Durante a cúpula do Mercosul, Lula instigou a Comunidade dos Estados Latino-americanos (Celac) a assumir a liderança e propôs que o Brasil sediasse as reuniões. Entretanto, a Celac está atualmente sob a presidência de San Vicente e Granadinas, um país com apoio de ambos os lados, mas com influência política limitada. Assim, Lula se colocaria como o mediador principal.
É prevista uma menção à crise na reunião do Mercosul realizada hoje no Rio de Janeiro. Os contatos já foram iniciados, com o assessor de assuntos internacionais, Celso Amorim, informando Nicolás Maduro sobre a posição brasileira durante sua visita a Caracas.
A missão de mediação é complexa, pois os venezuelanos conduziram um referendo de anexação do território da Guiana sem a aprovação da corte internacional da ONU. O chanceler Mauro Vieira atua como interlocutor do presidente da Guiana, prometendo apoio do Brasil contra a ameaça de invasão.
Uma das principais preocupações do governo brasileiro é que essa tensão possa levar os Estados Unidos a estabelecerem uma base militar na Guiana, representando uma ameaça à Amazônia. Tal movimento seria inédito na região e considerado um desastre para a diplomacia brasileira.
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