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Lula se diz vítima de "canalhice" e promete viajar pelo Brasil para "fazer política"; veja vídeo

O presidente da República também reforçou que combater a desinformação se tornou uma missão pessoal.

Gabriel Alves

26 de maio de 2025 às 11:55   - Atualizado às 11:55

Lula durante evento de lançamento do Programa Solo Vivo.

Lula durante evento de lançamento do Programa Solo Vivo. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou no sábado, 24 de maio, a disseminação de fake news no Brasil e defendeu a regulamentação das redes sociais. Durante o lançamento do Programa Solo Vivo, no Mato Grosso, Lula afirmou que não permitirá que a “mentira, a canalhice e a fake news ganhem espaço”. (veja vídeo abaixo)

Ao mencionar medidas que o governo pretende lançar, o presidente disse que um programa para baratear o gás de cozinha deve sair ainda neste mês. Ele também declarou que, a partir de junho, pretende percorrer o país para defender ações do governo e garantir que a população receba informações corretas.

“O mês que vem eu vou fazer política nesse país. Mês que vem vou começar a andar esse país porque acho que chegou a hora de a gente assumir a responsabilidade e não permitir que a mentira, a canalhice e a fake news ganhe espaço, e que a verdade seja soterrada nesse país”, disse Lula.

O presidente reforçou que combater a desinformação se tornou uma missão pessoal.

“É preciso que a gente discuta com o Congresso Nacional a responsabilidade de regular o uso das empresas. Não é possível que tudo tem controle menos as empresas de aplicativos”, declarou.

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Lula também afirmou que considera uma obrigação moral fazer com que a verdade se sobreponha à mentira no Brasil.

As declarações acontecem em meio à repercussão negativa sobre o decreto que aumentava o IOF em operações de câmbio, seguros e empresas. O governo recuou horas depois da publicação, após críticas de agentes do setor financeiro e pressão nas redes sociais.

A oposição classificou a medida como uma forma indireta de controle cambial. O episódio lembrou a crise do Pix, em janeiro, quando a Receita Federal publicou uma portaria que atualizava regras para monitorar movimentações financeiras. Notícias falsas afirmando que o governo taxaria o Pix se espalharam nas redes, e o governo também revogou a medida diante da repercussão.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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