Foram ouvidas 2.004 pessoas em todo o país entre os dias 20 e 21 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
Presidente Lula em lançamento do 'Desenrola Brasil' Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é avaliado negativamente ("ruim" ou "péssimo") por 38% dos eleitores brasileiros, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 23 de maio.
Em contrapartida, 32% das pessoas avaliam a gestão do petista positivamente (“ótima” ou “boa”).
Outros 28% afirmaram que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva é “regular”, e 1% do eleitorado não soube resonder ao levantamento.
O levantamento também perguntou aos entrevistados sobre a aprovação pessoal do trabalho de Lula como presidente. Segundo o instituto, aprovação e desaprovação ficaram empatadas em 48%.
Outros 3% não souberam responder.
Foram ouvidas 2.004 pessoas em todo o país entre os dias 20 e 21 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07489/2026.
Pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira, 22, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47% das intenções de voto no segundo turno contra 43% do senador Flávio Bolsonaro (PL), o que significa empate técnico no limite da margem de erro de dois pontos percentuais.
Ambos também oscilaram no limite da margem de erro. Na última rodada, realizada na semana passada, Lula e Flávio tinham 45%.
Aquele levantamento teve a maior parte das entrevistas realizadas antes da revelação do áudio de Flávio pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro (PL), publicado pelo site The Intercept.
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O índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01833/2026.
Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
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