05 de março de 2024 às 14:45
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a dizer, nesta terça-feira, que ao final de seu mandato não haverá mais pessoas passando fome no Brasil.
Essa foi uma de suas promessas de campanha na eleição de 2022. Além disso, o presidente reclamou da burocracia da máquina pública.
Lula deu as declarações na reunião do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), no Palácio do Planalto.
Na cerimônia, ele assinou decretos para regulamentar o programa Cozinhas Solidárias e para mudar a lista de produtos da cesta básica - segundo o governo, para incluir produtos mais saudáveis
"Nosso programa só não dará certo se a gente virar burocrata, se a gente virar preguiçoso e a gente não trabalhar", disse o presidente da República.
"Burocracia atrapalha e enche o saco, tem muita gente para colocar obstáculo do que gente para facilitar", declarou ele.
Lula disse que a Presidência da República impedirá que procedimentos burocráticos atrapalhem o combate à fome.
Segundo o petista, o primeiro ano deu mandato foi para "arrumar a casa", e agora "a casa está arrumada".
"Essa é a primeira reunião em que a gente está assumindo publicamente o compromisso que, quando terminar meu mandato, a gente não vai ter mais ninguém passando fome por falta de comida nesse país", disse o presidente.
Lula também afirmou que de vez em quando aparece gente "malandra" e ocupa, nos programas de assistência do governo, o lugar de gente que realmente precisa.
Estadão Conteúdo
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A senadora também mencionou que acredita que o filho do ex-presidente é o candidato com mais chances de enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito.
"Coloco meu nome à disposição com a responsabilidade de quem conhece de perto as necessidades do povo", disse o ex-prefeito de Goiana.
Durante a solenidade, foi destacada a relevância da atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura, especialmente sob a condução do ministro André de Paula.
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