Lula e Bolsonaro. Foto: Renato Pizzutto/Band
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o fim do que chamou de “preconceito entre esquerda e direita” ao aparecer em um vídeo gravado na praia da Restinga da Marambaia, no litoral do Rio de Janeiro.
A gravação foi publicada nas redes sociais pela primeira-dama, Janja da Silva, e mostra o presidente observando o mar enquanto faz uma analogia entre o movimento das ondas e a convivência política no país.
No vídeo, Lula aparece em um momento informal, caminhando pela areia e olhando para o encontro de duas ondulações que chegam de direções diferentes e se cruzam no mar. Ele chama atenção para o fenômeno natural e usa a imagem para transmitir uma mensagem de conciliação política.
Segundo o presidente, o encontro das ondas que vêm de lados opostos ajuda a explicar como diferentes correntes podem coexistir e formar um mesmo conjunto. Ao comentar a cena, Lula afirma que a imagem serve como demonstração para superar divisões ideológicas.
"Essa é uma demonstração extraordinária até para acabar com o preconceito entre esquerda e direita. Aqui, a onda que vem da direita se junta com a onda que vem da esquerda e constrói o mar", comentou.
A publicação ocorre em um momento em que o debate político brasileiro segue fortemente dividido. Desde as últimas eleições, discursos sobre polarização, intolerância política e dificuldade de diálogo entre campos ideológicos ganharam espaço nas discussões públicas.
A fala do presidente se insere nesse contexto e dialoga com a narrativa que Lula tem adotado desde o início do atual mandato, ao defender a reconstrução de pontes entre diferentes setores da sociedade.
Janja da Silva costuma usar as redes sociais para compartilhar momentos do cotidiano do presidente, misturando registros institucionais e cenas mais pessoais. Nesse caso, a publicação apresenta Lula em um contexto descontraído, distante de palanques e discursos formais, o que contribui para uma comunicação mais próxima do público. A estratégia reforça uma imagem de acessibilidade e tenta humanizar a figura presidencial.
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