Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Reunião com o Presidente da Comissão Permanente da Assembleia Nacional Popular, Zhao Leji. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira, 13 de maio, em Pequim, que o futuro da América Latina e do Caribe não depende do presidente da China, Xi Jinping, do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ou da União Europeia.
"Ou nos juntamos entre nós e procuramos quem queira construir um mundo compartilhado ou vamos seguir sendo a região que representa a pobreza no mundo", disse Lula, durante o Fórum China-Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
Ao lado de líderes como os presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e do Chile, Gabriel Boric, o brasileiro exaltou a colaboração dos países da região com a China e criticou as tarifas impostas pelos Estados Unidos.
"Por séculos, recursos da América Latina e do Caribe enriqueceram outras partes do mundo. Sempre existiram distorções no comércio internacional", disse Lula. "A imposição de tarifas arbitrarias só agrava as distorções."
O presidente afirmou que a América Latina e o Caribe não querem "ser palco de disputas hegemônicas" e nem encenar uma "nova Guerra Fria". Lula ainda lamentou a desarticulação da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e disse que "a solução para a crise do multilateralismo não é abandoná-lo, mas aperfeiçoá-lo".
Segundo Lula, a demanda chinesa foi propulsora do crescimento brasileiro no início do século. Os investimentos do país asiático ajudaram a "tirar rodovias e portos do papel" no Brasil "E, na pandemia da covid-19, vacinas e insumos chineses ajudaram a proteger a população", afirmou.
O brasileiro também defendeu o acesso à tecnologia, inclusive para que seja possível realizar a transição para uma economia de baixo carbono, e fez um aceno à COP30, que de acordo com Lula deve ser "o ponto de virada para os compromissos climáticos".
Estadão Conteúdo
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O magistrado passou a ser alvo de investigação após ser citado em conversas encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O levantamento foi realizado entre os dias 22 e 24 de setembro, com 1.204 eleitores de Pernambuco com 16 anos ou mais.
O levantamento ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 23 de setembro.
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