O carro, que é fruto das investigações envolvendo fraudes com criptomoedas, foi cedido à PF pela Justiça Federal em julho.
25 de agosto de 2021 às 13:26
A frota da Polícia Federal ganhou um reforço de luxo que provavelmente é a viatura mais cara do Brasil. Trata-se de uma Lamborghini Gallardo LP 560-4, um supercarro avaliado em nada menos do que R$ 800.000. O carro foi cedido à PF pela Justiça Federal após ser apreendido em julho durante as investigações da Operação Daemon, que apurou supostas fraudes em negociações com criptomoedas. Veja mais: >>>Polícia Federal realiza operação contra empresas envolvidas em fraudes bilionárias com criptomoedas Antes de virar nova viatura da PF do Paraná, a Lamborghini pertencia a Cláudio José de Oliveira, que era conhecido como “Rei do Bitcoin”. Oliveira é acusado de integrar um grupo que teria desviado cerca de R$ 1,5 bilhão em negociações que simulavam compra e venda de criptomoedas. O empresário está em prisão preventiva desde o último dia 5 de julho.
Apesar de ter sido pintada como todas as demais viaturas, a Lamborghini não será usada em ações da PF, sendo destinada para exposições, eventos e ações pedagógicas sobre repressão ao crime organizado, a fim de demonstrar a importância de buscar inviabilizar financeiramente grupos criminosos e organizações ilegais. Além disso, o superesportivo não vai ficar muito tempo na garagem da PF ou pintado como viatura, já que a permissão que a justiça deu para uso do carro é temporária, contudo, o prazo para devolução do veículo não foi divulgado. Após ser devolvida, a Lamborghini será leiloada e o dinheiro arrecadado será usado para indenizar as vítimas das supostas fraudes investigadas pela Operação Daemon. Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Olhar Digital.
A Polícia Federal cumprem hoje, 25 de agosto, dois mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão contra suspeitos de fraudes bilionários com criptomoedas. Segundo investigações da operação Kryptos, uma empresa sediada na Região dos Lagos fluminense operava um esquema de Ponzi (pirâmide financeira).
O esquema era baseado na oferta pública de contrato de investimento, sem prévio registro nos órgãos regulatórios. Segundo a Polícia Federal (PF), a empresa especulava no mercado de criptomoedas, com uma previsão insustentável de retorno financeiro sobre o valor investido.
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