Presidente Lula com a Juventude Brasileira Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Um estudo recente revelou que quase um quarto dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos estão classificados como NEET — sigla em inglês para “Not in Education, Employment or Training” (nem estudando, nem trabalhando). O dado mostra que aproximadamente 24% da juventude está desconectada de oportunidades educacionais e profissionais, enfrentando risco de exclusão social e econômica.
Os jovens NEET representam um grupo vulnerável, sem perspectivas claras de educação formal ou trabalho. Esse cenário pode resultar em:
Especialistas apontam que o problema não é apenas individual, mas estrutural. A falta de políticas públicas eficazes, desigualdade regional e crises recentes, como a pandemia de COVID-19, agravaram a desconexão da juventude.
O fenômeno NEET não afeta apenas os jovens, mas todo o país. Quando um quarto da população jovem está fora da educação e do trabalho, há perda significativa de capital humano e redução da capacidade de inovação e crescimento econômico.
Além disso, o estudo mostra que a desigualdade social é um fator determinante: jovens de famílias com menor renda e escolaridade são os mais afetados, perpetuando ciclos de exclusão.
Para reduzir o número de NEETs, especialistas recomendam políticas integradas que combinem:
Iniciativas como mentorias, estágios remunerados e cursos técnicos podem ajudar a reconectar jovens à sociedade produtiva, oferecendo caminhos claros para desenvolvimento pessoal e profissional.
Sem ações efetivas, a juventude brasileira corre o risco de se tornar uma geração perdida, marcada pela exclusão e pela falta de oportunidades. Investir em políticas de educação, treinamento e inserção profissional não é apenas uma necessidade social, mas uma estratégia essencial para o futuro do país.
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Em um dos trechos da conversa, o dono do Banco Master disse que chegou a fazer com ela uma chamada de vídeo exibindo a presença do ministro do STF.
Mesmo com saldo positivo de 752 vagas formais em janeiro de 2026,um total de 23% das famílias recifenses ainda dependem de programas sociais.
No lugar, assumirá o secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), apelidado de Conselhão, Olavo Noleto.
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