Padre Julio Lancellotti e Rubinho Nunes. Padre Julio Lancellotti e Rubinho Nunes.
A Polícia Civil de São Paulo instaurou um inquérito para investigar o vereador Rubinho Nunes (União Brasil) após ele apresentar dois pedidos de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de São Paulo contra o padre Julio Lancellotti.
A ação foi iniciada a pedido do Ministério Público de São Paulo (MPSP).
O pedido de abertura de inquérito pelo MPSP foi motivado por uma denúncia do Instituto Padre Ticão. A entidade acusou o vereador de abuso de autoridade, alegando que Nunes tentou abrir uma CPI "sem qualquer indício de conduta criminosa por parte do pároco, com a única motivação de obter ganho pessoal e capital político".
Nos últimos meses, Rubinho Nunes protocolou dois pedidos de CPI na Câmara de São Paulo:
Semanas antes do segundo pedido de CPI, a revista Oeste divulgou uma perícia contratada por Rubinho Nunes, que alegava que Julio Lancellotti aparecia em uma videochamada íntima com um menor de idade. O sacerdote negou todas as acusações.
Em resposta às investigações, Rubinho Nunes classificou a representação como "um completo absurdo" em suas redes sociais.
O parlamentar afirmou que não houve abuso de autoridade em relação à CPI e mencionou que está considerando apresentar uma representação criminal contra os responsáveis pelo Instituto Padre Ticão.
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Diretor-geral Andrei Rodrigues afirmou que ocorrências registradas não comprometeram a votação e mantém atenção especial para impedir a infiltração de organizações criminosas no processo eleitoral.
Presidente do tribunal classificou a conduta como irregular e candidato a presidência afirmou que não foi alertado sobre o aparelho nem o utilizou.
O crime ocorreu na quarta-feira, 30 de setembro, na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo.
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