A audiência foi realizada por videoconferência a partir da Colônia Penal Feminina do Recife.
05 de setembro de 2024 às 12:54 - Atualizado às 13:22
DEOLANE PRESA: audiência de custódia mantém advogada em presídio. Foto: Reprodução.
A advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra, presa na quarta-feira, 4 de setembro, em uma operação policial suspeita de lavagem de dinheiro e jogos ilegais, teve a prisão preventiva mantida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), após passar por audiência de custódia nesta quinta (5). Sua mãe também está detida.
A audiência foi realizada por videoconferência a partir da Colônia Penal Feminina do Recife.
Em nota, a assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Pernambuco falou da decisão:
"A Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Pernambuco informa que, em audiência de custódia, realizada na manhã desta quinta-feira (5/09), na Central de Audiências de Custódia do Recife, localizada no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, Deolane Bezerra Santos, Solange Alves Bezerra, e Maria Bernadette Pedrosa Campos tiveram o mandado de prisão preventiva do Juízo natural do Judiciário estadual pernambucano analisado pelo Juízo da Audiência de Custódia. Deolane Bezerra Santos, Solange Alves Bezerra, e Maria Bernadette Pedrosa Campos permanecem presas preventivamente na Colônia Penal Feminina Bom Pastor."
A defesa da influencer fez um pedido de habeas corpus, argumentando ilegalidade da prisão preventiva, mas o desembargador Cláudio Jean Nogueira Virgínio, da 12ª Vara Criminal da Capital, do TJPE, repassou a análise para o também desembargador Eduardo Maranhão, da 4ª Câmara.
De acordo com as informações a Polícia Civil de Pernambuco, já foram cumpridos, até o momento, 10 mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão, além de vários documentos que estão sendo analisados e deverão robustecer ainda mais os elementos de prova reunidos no inquérito policial, e as apreensões e sequestros realizados, já foram contabilizados até o momento:
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No recurso, o tribunal alegou que o pagamento não pode ser suspenso antes de o Congresso aprovar regras para definir quais verbas indenizatórias podem ser admissíveis
Muitos pacientes sequer tinham condições de arcar com os valores cobrados e contraíram dívidas para fazerem os pagamentos pleiteados, diz o Ministério Público na denúncia.
Após ter sido adiado quatro vezes, o julgamento que vai decidir sobre a medida deve ocorrer nesta quarta-feira, 11 de fevereiro.
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