Jornalista Eliane Cantanhêde. Foto: reprodução
A jornalista da Globonews, Eliane Cantanhêde, usou as suas redes sociais para se desculpar após fazer uma declaração polêmica no programa "Em Pauta", na última sexta-feira, 20 de junho, sobre a guerra no Oriente Médio.
Na ocasião, Eliane disse que não conseguia entender a razão pela qual as bombas iranianas que atingem Israel "não matam ninguém".
"Por que os mísseis de Israel destroem Gaza, matam milhares e milhares de pessoas, e os mísseis que saem do Irã e efetivamente caem em Israel não matam ninguém? É uma mortezinha daqui, outra dali, 23 feridos daqui, 40 dali. Feridos (…). Eu não consigo entender por que nessa guerra o Irã atinge o alvo e não mata ninguém", disse.
A fala da jornalista não pegou bem e ela precisou se retratar por meio de uma publicação no X.
"Depois de rever a gravação da pergunta que fiz na sexta-feira, reconheço que me expressei mal e dei margem a conclusões equivocadas, que não representam meu pensamento, pelo que peço desculpas. A intenção foi fazer uma pergunta técnica sobre armamentos e sistemas de defesa", escreveu Cantanhede.
EUA ataca Irã
Após os Estados Unidos coordenarem ataques a instalações nucleares do Irã na noite do sábado, 21 de junho, o presidente Donald Trump disse que daqui pra frente "haverá paz ou uma tragédia maior".
Em pronunciamento na Casa Branca, o republicano disse que "essa foi a noite mais difícil de todas" e espera que não seja necessária novas ações do tipo. Por outro lado, ressaltou que se não houver paz, os EUA irão atrás de outros alvos.
"Irã, o bully do Oriente Médio, deve agora fazer a paz. Se isso não acontecer, ataques futuros serão muito maiores e mais fáceis", indagou.
Mais cedo, Trump havia postado em sua rede social, Truth Social, que os EUA atingiram três instalações do programa nuclear iraniano: Fordow, Natanz e Isfahan.
3
07:07, 13 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
mais notícias
+