João Campos reafirma desejo de armar guarda municipal do Recife. Foto: Divulgação
Durante uma sabatina realizada na manhã desta quarta-feira, 21 de agosto, na Rádio Folha, o prefeito do Recife e candidato à reeleição, João Campos (PSB), reafirmou que pretende armar a Guarda Municipal da capital pernambucana.
João Campos destacou que, embora a segurança pública ostensiva não seja uma responsabilidade direta da Prefeitura Municipal, o fortalecimento da Guarda é uma medida necessária para enfrentar a violência em áreas específicas da cidade.
O prefeito explicou que a Guarda Municipal tem como principal função a proteção do patrimônio público, diferenciando-se das polícias, que são responsáveis por ações de segurança ostensiva. No entanto, o gestor municipal enfatizou a importância de aprimorar o controle e a capacitação da Guarda Municipal.
“Há uma diferença entre polícia e guarda municipal, que não tem poder de segurança ostensiva, ela cuida do patrimônio da cidade. Temos um compromisso de fortalecer o sistema de controle da guarda e começar o processo de armamento de um grupamento específico. Onde há mais violência, vamos ter esse reforço. Nosso compromisso é o grupamento especializado da guarda. Se der certo, ampliamos”, explicou.
Em uma declaração foi feita durante sabatina concedida a UOL e a Folha de São Paulo, no dia 4 de julho, João Campos já havia falado que é a favor de armar a guarda municipal do Recife e que vai iniciar os testes no seu próximo mandato, caso for eleito.
"A gente não pode confundir o papel da guarda civil municipal com o papel da Polícia, São componentes completamente distintos. Segurança pública, a Segurança Ostensiva, a Segurança das Pessoas, para tudo isso existe a polícia, existe a polícia militar, polícia civil, como instrumentos de controle para isso. E a guarda tem um papel específico", disse.
"Sou a favor da implementação parcial [da arma na guarda], com o bodycam presente e com reforço da corregedoria. No caso de Recife, nós vamos testar isso, sendo validado, vai ser expandido", continuou.
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Ao todo, os recursos contemplam 278.063 beneficiários, distribuídos em 218.651 processos.
De acordo com relatório do Coaf, o grupo, que contaria com a participação de policiais civis, é suspeito de movimentar mais de R$ 7,6 bilhões.
O novo método foi oficializado por meio de uma portaria publicada nesta quinta-feira, 15 de outubro, no Diário Oficial da União, e estabelece critérios de diagnóstico, inclusão e exclusão de pacientes.
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