Fala do ex-deputado federal foi públicada em sua rede social na sexta-feira, 14 de julho.
15 de julho de 2023 às 11:33
O ex-deputado federal Jean Wyllys utilizou um comentário homofóbico para criticar a decisão do governador Eduardo Leite (PSDB) de manter as escolas cívico-militares no Rio Grande do Sul. Em um post no Twitter, Wyllys, que vai integrar o time da Secom do governo federal por determinação da primeira-dama Janja, compartilhou a notícia sobre a manutenção do modelo no Rio Grande do Sul. “Que governadores héteros de direita e extrema-direita fizessem isso já era esperado. Mas de um gay…? Se bem que gays com homofobia internalizada, em geral desenvolvem libido e fetiches em relação ao autoritarismo e aos uniformes; se for branco e rico então… Tá feio, bee!” Leia também: >>>Jean Wyllys ganha CARGO no governo de LULA após voltar para o Brasil; veja onde o ex-deputado vai atuar https://twitter.com/jeanwyllys_real/status/1679955757654245377 Em seguida, o governador gaúcho criticou a manifestação do ex-parlamentar. “Manifestação deprimente e cheia de preconceitos em incontáveis direções… e que em nada contribui para construir uma sociedade com mais respeito e tolerância. Jean Wyllys, eu lamento a sua ignorância.” https://twitter.com/EduardoLeite_/status/1680001505594871808 Lula encerra o Programa Cívico-Militar Em decisão por meio do Ministério da Educação, o governo federal decidiu encerrar o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), criado pela gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e que foi uma das prioridades de sua gestão. A decisão foi informada por ofício aos secretários estaduais de Educação, enviado na segunda-feira, 10 dejulho, pelo MEC. A ideia é que o programa seja encerrado de maneira “cuidadosa” até o fim de 2023 e as escolas sejam reintegradas ao formato regular. Em nota técnica, o MEC diz: “O programa induz o desvio de finalidade das atividades das Forças Armadas, invocando sua atuação em uma seara que não é sua expertise e não é condizente com seu lugar institucional no ordenamento jurídico brasileiro.” Para o ministério, os objetivos definidos para execução do Pecim devem ser “perseguidos mobilizando outras estratégias de política educacional”. A gestão do Pecim é dividida entre as pastas da Educação e da Defesa. O documento, antecipado pelo Estadão, foi assinado por Fátima Elisabete Pereira Thimoteo, coordenadora-geral de ensino fundamental do MEC, e Alexsandro do Nascimento Santos, diretor de políticas e diretrizes da Educação Básica na pasta. Da redação do Portal com informações do Antagonista
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O documento foi encaminhado ao procurador-geral eleitoral e pede que o MPE investigue declarações feitas durante um ato político realizado no dia 1º de março, na Avenida Paulista.
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