O Serviço Secreto dos EUA destacou que o reflexo de luz contra a cabine de comando pode cegar ou desorientar temporariamente o piloto, aumentando o risco de acidente.
Homem é preso após apontar laser para helicóptero que transportava Donald Trump. Foto: Divulgação/Casa Branca
Um homem de 33 anos foi preso em Washington, no último sábado, 20 de setembro, acusado de colocar em risco a segurança aérea ao apontar um laser para o Marine One, helicóptero que transportava o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O caso foi revelado nesta segunda-feira (22) em documentos judiciais e resultou em acusações criminais federais contra o suspeito.
O detido foi identificado como Jacob Samuel Winkler, morador de Washington, DC. Segundo a denúncia, ele usou um apontador a laser vermelho e direcionou o feixe para a aeronave presidencial, que sobrevoava a região da Casa Branca. O ato é considerado crime federal e pode resultar em uma pena máxima de até cinco anos de prisão.
De acordo com o Serviço Secreto, a ação de Winkler não apenas ameaçou a segurança de Trump e da equipe a bordo, como também poderia ter comprometido os pilotos responsáveis pelo voo.
O órgão destacou que o reflexo de um laser contra a cabine de comando pode cegar ou desorientar temporariamente o piloto, aumentando o risco de acidente.
O episódio ocorreu quando agentes do Serviço Secreto notaram a atitude suspeita de Winkler, que caminhava sem camisa por uma calçada próxima, falando sozinho em voz alta. Um dos policiais relatou que, ao se aproximar do homem e iluminar a área com uma lanterna, foi atingido diretamente no rosto pelo feixe de luz emitido pelo dispositivo.
Pouco depois, ainda segundo o relatório, Winkler ergueu o apontador em direção ao céu e apontou o laser contra o helicóptero presidencial. Embora não haja informações de que a tripulação tenha perdido o controle da aeronave, a conduta foi considerada de alto risco pelas autoridades.
O acusado foi detido imediatamente e, durante a abordagem, também foi encontrada em sua posse uma pequena faca. O documento judicial não informa se o objeto foi utilizado de forma ameaçadora, mas reforça que fazia parte dos itens apreendidos no momento da prisão.
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