Hamilton Mourao nega reunião golpista | da Redação
O senador Hamilton Mourão repudiou nesta semana a citação de seu nome em relatos sobre uma suposta reunião golpista. A declaração ocorre após surgirem menções a seu envolvimento em uma alegada articulação política com teor antidemocrático. Mourão, contudo, foi enfático: “É uma fantasia, uma invenção que não condiz com minha trajetória nem com a realidade dos fatos.”
Conhecido por sua postura firme e direta, Hamilton Mourão, que já ocupou o cargo de vice-presidente da República, reforçou que sua atuação sempre esteve dentro dos limites da legalidade. "Jamais participei de qualquer tipo de encontro com esse objetivo. É mais uma tentativa de distorcer minha imagem pública", afirmou.
Para o senador, esse tipo de narrativa não apenas fere a verdade, como também contribui para o desgaste das instituições. Ele relembrou seu histórico como militar de carreira e parlamentar eleito, destacando que sempre defendeu o equilíbrio entre os Poderes e o respeito à Constituição.
“Quem me conhece sabe que defendo a ordem e o Estado Democrático de Direito. O Brasil precisa de estabilidade, não de narrativas sem fundamento”, completou Mourão.
Fontes próximas ao senador afirmam que ele está avaliando ações legais para se proteger de possíveis difamações. A expectativa é que os fatos sejam apurados com responsabilidade, longe de julgamentos precipitados ou motivações políticas.
Com esta manifestação, Hamilton Mourão reafirma seu compromisso com a democracia brasileira e com a transparência em sua trajetória pública, buscando afastar de vez qualquer associação com supostos atos antidemocráticos.
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Também foi determinado que a empresa custeie integralmente os tratamentos psicológicos e psiquiátricos da mulher até sua alta definitiva.
Em comum, os expositores disseram que os acordos com empresas de apostas foram celebrados tendo como base as regras em vigor à época.
O ministro disse ter ficado convencido, na ocasião, de que as apostas online são "um problema de saúde pública". Ele ainda afirmou ter formado "a percepção de que as bets devem ser banidas".
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