A levantamento ouviu 2.080 eleitores e tem nível de confiança de 95%, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais.
30 de março de 2026 às 11:50 - Atualizado às 12:29
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Foto: Ricardo Stuckert/PR
Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira, 30 de março, mostra estabilidade na aprovação e na avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com predominância de opiniões negativas entre os entrevistados.
De acordo com a pesquisa, 45,2% classificam a administração como ruim ou péssima, sendo 8,2% ruim e 37,0% péssima. A avaliação péssima é a pior numericamente desde junho de 2025, quando registrou-se 37,8% Já a avaliação positiva soma 31,7%, com 14,8% considerando o governo ótimo e 16,9% bom. Outros 21,6% avaliam a gestão como regular, enquanto 1,5% não souberam ou não opinaram
No indicador de aprovação, 52,0% dizem desaprovar o governo Lula, ante 44,6% que afirmam aprová-lo. Outros 3,4% não souberam ou não opinaram. Os porcentuais repetem os registrados no levantamento anterior, divulgado em fevereiro, com oscilação negativa na aprovação, que era de 45%.
A pesquisa ouviu 2.080 eleitores e tem nível de confiança de 95%, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00873/2026.
O atual presidente é mais desaprovado nas faixas etárias de 35 a 44 anos (55,5%) e 45 e 59 anos (55%); entre os que possuem Ensino Superior (58,3%); e entre o eleitorado masculino (56,9%). Em contrapartida, é mais aprovado entre os entrevistados com mais de 60 anos (49,6%); entre os que completaram apenas o Ensino Fundamental (52,9%); e o eleitorado feminino (48,2%). Lula segue sendo mais aprovado na região Nordeste (55%) e mais desaprovado na região Sul (62,5%).
Estadão Conteúdo
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Os dois institutos adotam metodologia quantitativa, mas apresentam diferenças na forma de abordagem dos entrevistados.
Candidata ao Senado também apresentou propostas para ampliar proteção ao público feminino.
Eles não são contabilizados como válidos nem destinados ou transferidos a qualquer candidato ou partido político.
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