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Lula volta a criticar Bolsonaro por mortes na pandemia de covid-19: 'negacionista e mentiroso'

O presidente ainda defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS) e destacou sua importância no combate à doença.

Ricardo Lélis

20 de março de 2025 às 18:17   - Atualizado às 18:25

Presitende Lula e ex presidente bolsonaro

Presitende Lula e ex presidente bolsonaro Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a fazer críticas a seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), durante a inauguração do Hospital Universitário do Ceará, na quarta-feira, 19 de março. 

Em seu discurso, Lula chamou Bolsonaro de “covarde” e “negacionista”, responsabilizando-o pelas mortes ocorridas durante a pandemia de Covid-19.

Lula também afirmou que o ex-presidente negava a ciência.

"Por conta de um presidente covarde, negacionista e mentiroso, 700 mil pessoas morreram nesse país, tomando um remédio que não servia para nada, quando, na verdade, eles negaram, inclusive, a ciência", declarou.

O petista ainda defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS) e destacou sua importância no combate à pandemia.

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"O SUS era desacreditado. (…) Veio a covid e quem salvou esse país foi exatamente o SUS, desacreditado, com funcionários, médicos, enfermeiros, motoristas, pessoas da limpeza, correndo risco de vida, para salvar pessoas que não tiveram oportunidade", afirmou.

Crítica de Lula

Em julho de 2023, Lula disse que haverá um dia em que alguém será julgado pelo que chamou de irresponsabilidade e descaso registrados durante a pandemia da covid-19. 

Em seu discurso durante a 17ª Conferência Nacional de Saúde, em Brasília, Lula destacou que não há “um brasileiro ou brasileira de boa fé” que não reconheça os esforços dos profissionais do setor, sobretudo do Sistema Único de Saúde (SUS), no combate ao vírus.

“Graças a você, a gente não chegou a 1 milhão de mortos nesse país, ou mais. O negacionista que governava esse país tem que assumir responsabilidade, pelo menos por parte de 300 mil mortes das 700 mil que morreram neste país, porque as pessoas morreram por falta de atenção, pelo negacionismo, por falta de vacina, por falta de respirador. As pessoas morreram porque esse país, em algum momento, teve um governo que não era um governo, era um genocida colocando em prática a mais perversa atitude com relação ao ser humano”, disse.   “Haverá um dia, neste país, em que a covid-19 será estudada com mais profundidade e haverá um dia em que alguém será julgado pela irresponsabilidade e pelo descaso que houve no tratamento do SUS. Alguém que resolveu desafiar a ciência, os cientistas internos, os pesquisadores internos, a Organização Mundial da Saúde. Não se respeitava nada. Além disso, obrigou os laboratórios do Exército e das Forças Armadas a produzirem cloroquina para ajudar na enganação do povo brasileiro. Isso não ficará impune na história da saúde brasileira”.

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