A Petrobras teve um maior investimento em publicidade nos últimos dois anos do governo Lula. Foto: Ricardo Stuckert/PR
De 2023 a 2024, a Petrobras gastou R$ 407,6 milhões com publicidade sob a gestão do presidente Lula (PT), o que representa 79% a mais do que gastou a estatal durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL). A média anual dos investimentos no governo petista foi de R$ 204 milhões, enquanto a do ex-presidente foi de R$ 114 milhões.
Segundo levantamento do Poder360, nos 4 anos do governo passado, o total gasto pela Petrobras com publicidade foi de R$ 456,3 milhões. Nos 2 primeiros anos de Bolsonaro, a Petrobras gastou R$ 193,3 milhões. Já no mesmo período de Lula, o valor vai para R$ 407,6 milhões.
Durante a gestão petista, foram investidos em propaganda ao menos R$ 4,1 bilhões em 2 anos pelo governo e as principais estatais. Ainda de acordo com o Poder360, o atual governo gastou - em média -, R$ 2 bilhões por ano com propaganda. Com Bolsonaro, o gasto foi de R$ 1,8 bilhão na mesma base de comparação.
Por meio de nota, a Petrobras afirmou que o crescimento no investimento em publicidade nos últimos dois anos se deve a "sustentação do novo posicionamento de marca da companhia como líder na transição energética justa e comprometida com a sustentabilidade, a inovação e a sociedade brasileira".
A empresa destacou ainda que "além do novo posicionamento, foram realizados esforços publicitários adicionais com a intenção de fortalecer os índices de imagem e confiança da companhia, especialmente por meio da publicidade regional e em temas como esporte e cultura".
De acordo com a Petrobras, foram investidos R$ 397 milhões em publicidade em 2023 e 2024, o que - segundo a estatal, representa um gasto três vezes menor do que outras grandes marcas do país. "Ao compararmos com o investimento realizado por outras estatais de grande porte, o valor representa metade".
2
03:41, 05 Out
25
°c
Fonte: OpenWeather
O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
mais notícias
+