Lula e o Filho Lulinha. Foto: Reprodução
O empresário Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula (PT), foi citado em um depoimento encaminhado à Polícia Federal e posteriormente enviado à CPMI do INSS, no Congresso Nacional.
As declarações foram feitas por Edson Claro, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes, apelidado de “Careca do INSS”, que afirma estar sendo perseguido pelo ex-patrão. As informações foram reveladas pelo Metrópoles.
No depoimento, Edson Claro relata que Antunes teria realizado um pagamento de aproximadamente R$ 25 milhões a Fábio Luiz. Além disso, segundo ele, Lulinha receberia uma espécie de “mesada” de cerca de R$ 300 mil, paga regularmente pelo “Careca do INSS”. O documento não especifica em qual moeda o suposto pagamento milionário teria sido feito.
As declarações fazem parte das investigações conduzidas pela PF e devem ser analisadas pela CPMI, que apura possíveis irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social.
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS identificou indícios, apurados pela Polícia Federal, de que Fábio Luís Lula da Silva, 50 anos, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com Marisa Letícia, teria mantido relação de proximidade com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, preso desde 12 de setembro de 2025. As informações foram divulgadas pelo Poder360.
Segundo o site, um depoimento considerado relevante sobre o esquema de fraudes na Previdência relatou que Fábio Luís, conhecido como Lulinha, teria recebido valores do Careca do INSS.
O relato menciona aproximadamente 25 milhões (sem especificar a moeda) e pagamentos mensais de “cerca de R$ 300 mil”, caracterizados como uma “mesada”. O período em que os repasses teriam ocorrido não foi detalhado.
Ainda de acordo com depoimentos colhidos nas investigações, o filho do presidente também teria realizado viagens a Portugal ao lado de Antônio Carlos Camilo Antunes.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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